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dc.creatorNogueira, Lucas Castro-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.advisor1Nepomuceno, Luciana Holanda-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.referee1Siqueira, Elisabete Stradiotto-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.referee2Nobre, Liana Holanda Nepomuceno-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.date.accessioned2019-12-10T13:23:37Z-
dc.date.available2019-12-10T13:23:37Z-
dc.date.issued2018-09-17-
dc.identifier.citationNogueira (2018) (NOGUEIRA, 2018)pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/1138-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/3368-
dc.descriptionMonografiapt_BR
dc.description.resumoO presente trabalho trata sobre a relação entre mulheres trans* e o mercado de trabalho, compreendendo que, por fazerem parte de uma minoria, a inserção e a permanência destas mulheres neste mercado apresenta características desafiadoras, maiores e diversas daquelas já presentes no cotidiano laboral. Neste cenário, a literatura indica que a maior parte das mulheres trans* recorre ao mercado informal para garantir o seu sustento e sobrevivência. A pesquisa, qualitativa e descritiva, objetivou compreender a relação entre mulheres trans* e o mercado de trabalho de Mossoró (RN), a partir da escuta da narrativa de cinco mulheres trans*. Para tanto, utilizou-se a entrevista semiestruturada, principalmente via WhatsApp, como técnica de coleta de dados. Os dados obtidos foram analisados através da técnica de análise de conteúdo. Entre os resultados discutidos, encontra-se a confirmação da dificuldade de obtenção de empregos formais, ainda que todas elas tenham relatado atuar em mercados formais. No que concerne à formação, todas as entrevistadas concluíram o Ensino Médio, mas apenas uma se encontra no ambiente universitário. O apoio familiar que tiveram e a possibilidade de escolarização podem ter sido fatores que interferiram na definição de uma realidade laboral mais favorável que a da maioria da população trans*. Em relação ao sentido do trabalho, observa-se que é percebido na sua forma básica de garantia de sobrevivência, sem se apresentar como fator de aprendizagem, desenvolvimento individual ou fonte de satisfação pessoal. Destaca-se, ainda, entre os resultados, a narrativa de violências simbólicas no cotidiano laboral. Apesar de nenhuma das entrevistadas relatar agressões físicas ou agressões verbais explícitas em seu ambiente de trabalho, faz-se presente o relato de piadas, risadas e discursos de ódio.pt_BR
dc.description.abstractThe present study deals with the relationship between trans* women and the labor market, understanding that, once they are part of a minority, the insertion and permanence of these women in this market presents challenging characteristics, bigger and different from those already present in daily work. In this scenario, the literature indicates that most trans* women are part of the informal market to ensure their livelihood and survival. The research, qualitative and descriptive, aimed to understand the relationship between trans* women and the labor market of Mossoró (RN), from listening to the narrative of five trans* women. For that, the semi-structured interview, mainly via WhatsApp, was used as data collection technique. The obtained data were analyzed through the technique of content analysis. Among the results discussed, we find the confirmation of the difficulty of obtaining formal jobs, even though all of them have reported working in formal markets. As far as training is concerned, all the interviewees finished High School, but only one is in the university environment. The family support they had and the possibility of schooling may have been factors that interfered in the definition of a more favorable labor reality than that of the majority of the trans* population. Regarding the meaning of work, it is observed that it is perceived in its basic form of guarantee of survival, without presenting itself as a learning factor, individual development or source of personal satisfaction. Also, among the results, the narrative of symbolic violence in daily work is highlighted. Although none of the interviewees report physical aggression or explicit verbal aggression in their work environment, there is a report of jokes, laughter and hate speech.pt_BR
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2019-12-10T13:23:37Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license.txt: 1866 bytes, checksum: 43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9b (MD5) LucasCN_MONO.pdf: 744189 bytes, checksum: 8c33a5f3dc763ef065f7506650363356 (MD5) Previous issue date: 2018-09-17en
dc.description.sponsorshipTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciadopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAHpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.relation.referencesNOGUEIRA, Lucas Castro. “Bem menininha”: a vivência de mulheres trans* no mercado de trabalho de Mossoró. 2018. 83f. Monografia(Graduação em Administração), Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, 2018.pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMulheres trans*pt_BR
dc.subjectMossoró (RN)pt_BR
dc.subjectMercado de trabalhopt_BR
dc.subjectTrans* womenpt_BR
dc.subjectMossoró (RN)pt_BR
dc.subjectLabor marketpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.title“Bem menininha”: a vivência de mulheres trans* no mercado de trabalho de Mossorópt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
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