Contação de histórias e desenvolvimento do aluno com TEA: vivências numa escola pública de Rodolfo Fernandes-RN
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O presente trabalho partiu da inquietação de pesquisarmos sobre, como a contação de história pode contribuir para o desenvolvimento do discente com TEA? O objetivo visa analisar como a contação de história pode contribuir para o desenvolvimento do aluno com TEA em uma escola pública de Rodolfo Fernandes-RN. Apoiamo-nos em alguns autores para dar fomento à nossa pesquisa, como: Abramovich (1997), Cléo Busatto (2006), Coelho (2012), falando sobre a arte de contar histórias. Souza (2021), Silva (2023), Castro (2023) e Mansour (2023), falando sobre o autismo. Vygotsky (2007), falando sobre a formação social da mente, entre outros autores que colaboraram para enriquecer as discussões realizadas no presente trabalho. Partindo deste pressuposto é que, adotamos a abordagem qualitativa e a pesquisa autobiográfica, este tipo de pesquisa defende o caráter especulador dos fatos, preocupando-se também com o processo e com as pessoas que contribuem com o trabalho. Além do mais, avaliou-se as experiências e a (auto)formação nas práticas profissionais no decorrer das mediações realizadas. A pesquisa aconteceu numa escola pública do município de Rodolfo Fernandes-RN, com um discente do segundo ano dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Para tanto, ficou evidente a relevância da contação de histórias na vida da criança com TEA desde o mais precoce possível, como forma de desenvolver habilidades importantes relacionadas à socialização, memória, bem como, lidar com os seus sentimentos e adversidades do dia a dia.

