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Explorando oportunidades: um estudo do mercado de trabalho para jovens recém-formados em ciências contábeis no Brasil

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Este estudo objetiva analisar o perfil do mercado de trabalho para jovens recém-formados em Ciências Contábeis no Brasil, identificando padrões salariais, níveis de formação exigidos, regiões e áreas com maior empregabilidade. Conforme a metodologia, essa pesquisa configura-se como quantitativa, em relação a abordagem, descritiva e exploratória quanto aos objetivos, e no que diz respeito aos procedimentos, trata-se de uma pesquisa de levantamento. Como instrumento de coleta de dados, utilizou-se a base de dados CAGED, disponibilizados pelo Ministério da Economia do Brasil. A amostra foi selecionada de forma aleatória, sem reposição. O período de análise foi o Ano de 2024, tendo como população-alvo Jovens entre 18 e 29 anos recém-formados em Ciências Contábeis e ocupações específicas da contabilidade. Para analisar os fatores determinantes da inserção ocupacional, foram utilizados modelos econométricos de regressão logística binária, como o Logit e o Probit. Como principais resultados, pode-se observar que cerca de 54,4% dos recém-formados em Ciências Contábeis no Brasil estão inseridos no mercado de trabalho, sendo a maior parte concentrada na região Sudeste, seguida pelo Sul, e 40,1% residem na capital. Aproximadamente 65% da amostra é composta por mulheres, e a idade média é de aproximadamente 24,3 anos. A maioria da amostra não se autodeclara branca, e há uma presença significativa dos recém-formados no setor de serviços, seguida pelo comércio, e com uma média salarial de R$ 2.433,68. Verificou-se também que jovens contadores brancos tem maior probabilidade de inserção ocupacional, apontando as desigualdades raciais que ainda prevalecem no mercado de trabalho. Os dados indicam ainda que há uma baixa representatividade de pessoas com deficiência atuando no mercado de trabalho, e a incidência de trabalho intermitente é praticamente inexistente.



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