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Participação feminina na alta gestão de empresas listadas na B3

dc.contributor.advisorNascimento, Ítalo Carlos Soares do
dc.contributor.advisor1Nascimento, Ítalo Carlos Soares dopt_BR
dc.contributor.authorMoura, Josivanda Rodrigues de
dc.coverage.spatialMossorópt_BR
dc.date.accessioned2023-01-23T16:29:07Z
dc.date.available2023-01-23T16:29:07Z
dc.date.issued2020-02-18
dc.description.abstractA presença feminina nas últimas décadas deixou de ser apenas em atividades domésticas, passando a atuar no mercado de trabalho e inserindo-se diretamente na economia. Essa evolução teve origem nas I e II Guerras Mundiais. Dessa forma, fez-se necessário que as mulheres assumissem os postos de trabalho antes ocupados pelos homens. No século XIX, criaram Leis consideradas de proteção especial às mulheres. Desde então, apesar de várias conquistas, ocupando diversos cargos em todos setores da sociedade, as mulheres ainda encontram dificuldades em cargos de destaque, estando a figura feminina ligada à imagem de sexo frágil e direcionada as atividades domésticas. Nesse contexto, cabe ressaltar que as mulheres se esbarram com o chamado Glass Ceiling (Teto de vidro) nas organizações, que ocorre de diferente formas, como por exemplo a desigualdade de gênero percebida na ocupação de cargos de níveis estratégicos, mais do que cargos hierárquicos inferiores, sendo aqueles preferencialmente ocupados por homens. Diante disso, este estudo tem como objetivo analisar a participação feminina na alta gestão de empresas listadas na B3. Para tanto, realizou-se uma pesquisa descritiva, quantitativa e documental, em 83 das 100 maiores empresas listadas na Brasil, Bolsa, Balcão (B3), de acordo com o valor de mercado, com base em dados extraídos da Economática e do Formulário de Referência. Analisou-se a participação feminina nos cargos de alta gestão, isto é, no Conselho de Administração (CA) e na Diretoria Executiva (DE). De posse dos resultados, constatou-se uma maior participação feminina no CA, se comparada à DE, entretanto esta participação é considerada baixa, corroborando achados nacionais e internacionais. Verificou-se também que as empresas que fazem parte dos níveis diferenciados de Governança Corporativa são as que mais possuem mulheres em seus órgãos colegiados.pt_BR
dc.format.mimetypepdfpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/8453
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAHpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.publisher.institutionUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.rights.holderUFERSApt_BR
dc.rights.licenseCC-BY-SApt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0pt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::CIENCIAS CONTABEISpt_BR
dc.subject.keywordParticipação femininapt_BR
dc.subject.keywordGovernança corporativapt_BR
dc.subject.keywordDiversidade de gêneropt_BR
dc.titleParticipação feminina na alta gestão de empresas listadas na B3pt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR

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