A Petição nº 3.388/RR como paradigma jurisprudencial: a (in)constitucionalidade da tese do marco temporal
| dc.contributor.advisor | Silva, Julianne Holder da Câmara | |
| dc.contributor.advisor1 | Silva, Julianne Holder da Câmara | pt_BR |
| dc.contributor.author | Sousa, Paulo Zamarley Dantas de Oliveira | |
| dc.contributor.referee1 | Caju, Oona de Oliveira | |
| dc.contributor.referee2 | Medeiros, Gilmara Joane Macedo de | |
| dc.coverage.spatial | Mossoró | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2023-01-24T13:54:34Z | |
| dc.date.available | 2023-01-24T13:54:34Z | |
| dc.date.issued | 2022-06-01 | |
| dc.description.abstract | Compreende-se que a luta dos povos originários no país é antiga, sendo concomitante à formação do estado brasileiro. Mesmo após tantos séculos, as reivindicações dos movimentos indígenas ainda são pautadas no direito de viver conforme seus costumes, sem interferência estatal ou da sociedade, e de autodeterminar-se enquanto indivíduos culturalmente diferentes. Neste contexto, em 2009, foi levada à apreciação do Supremo Tribunal Federal a Ação Popular Nº 3.388/RR, na qual foi criada a tese do “marco temporal da ocupação”, que defende que os povos indígenas só poderiam reivindicar os territórios em que ocupavam na data de 5 de outubro de 1988, dia da promulgação da Constituição Brasileira. Com base nisso, o objetivo geral do presente trabalho é explorar a tese do “marco temporal”, analisando a sua (in)constitucionalidade e (in)aplicabilidade aos processos de demarcação de terras indígenas. Assim, o procedimento utilizado para elaboração deste artigo consiste em uma pesquisa de revisão bibliográfica, doutrinária, legislativa e jurisprudencial, com a coleta e análise de documentos públicos, Acórdão, Inteiro Teor e Votos do Julgamento da referida Ação Popular. Por fim, conclui-se que o entendimento da Suprema Corte brasileira, ao estabelecer a condicionante do marco temporal da ocupação, reveste-se de flagrante inconstitucionalidade, não sendo possível o uso de tal tese como paradigma jurisprudencial nos processos de demarcação de terras indígenas | pt_BR |
| dc.description.physical | 39 f. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | pt_BR | |
| dc.identifier.bibliographicCitation | SOUSA, Paulo Zamarley Dantas de Oliveira. A Petição nº 3.388/RR como paradigma jurisprudencial: a (in)constitucionalidade da tese do marco temporal. 2022. 39 f. TCC (Graduação em Direito) - Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, 2022. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/8508 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAH | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFERSA | pt_BR |
| dc.publisher.institution | Universidade Federal Rural do Semi-Árido | pt_BR |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | pt_BR |
| dc.rights.holder | UFERSA | pt_BR |
| dc.rights.license | CC-BY-SA | pt_BR |
| dc.rights.uri | https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0 | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Demarcação | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Povos Indígenas | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Indigenato | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Marco Temporal | pt_BR |
| dc.title | A Petição nº 3.388/RR como paradigma jurisprudencial: a (in)constitucionalidade da tese do marco temporal | pt_BR |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis | pt_BR |
