Nietzsche e o direito: aproximações e inferências
| dc.contributor.advisor1 | Medeiros, Gilmara Joane Macêdo de | |
| dc.contributor.author | Bezerra, Yago Barreto | |
| dc.contributor.referee1 | Castro, Felipe Araújo | |
| dc.contributor.referee2 | Maia, Mario Sérgio Falcão | |
| dc.date.accessioned | 2021-06-08T17:47:59Z | |
| dc.date.available | 2021-06-08 | |
| dc.date.available | 2021-06-08T17:47:59Z | |
| dc.date.issued | 2020-12-09 | |
| dc.description.resumo | A pesquisa que se segue consiste num esforço ao fim de compreender o que seria o direito — quais seus termos, seus integrantes, seus falantes e pronunciadores, seu “fundamento” — na obra do filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Utilizamos, para tanto, boa parte de sua bibliografia, com enfoco para os textos Humano, Demasiado Humano e Genealogia da Moral, onde julgamos encontrar mais ricas fontes sobre o tema que intencionamos estudar, além de fazermos o diálogo com alguns de seus comentadores, com o intento de aclararmos nosso percurso. Em Humano, Demasiado Humano, achamos um esboço de “origem”, que se repetirá em prólogo de Genealogia da Moral, qual seja, o de “acordo de vontades entre pessoas de mais ou menos igual poder”. Nossa discussão marcha ao seu conteúdo, onde iniciamos compreensão pelo seu aparelhamento, em prol das vontades dos senhores, dos “detentores de poder”, uma minoria, capaz de se impor; pela perpetuação e alastramento do que o filósofo veio a chamar de “moral do ressentimento” — uma moral que apequena o ser humano, baseada num ódio decorrente de sua (aparente) impotência em face do poder e violência dos senhores —; pelo seu caráter parcial; pelo seu caráter impositivo; pelo seu caráter excludente. Notamos, ainda, que, nestes termos, a democracia “moderna”, quer dizer, essa que emerge após as revoluções burguesas do século XVIII, e que dará o tom da política dos séculos XIX e XX, é antes uma consolidação, um aperfeiçoamento (refinamento), da dominação dos que se fazem senhores, do que algo ditado pela igualdade, liberdade e respeito pela pessoa humana. Nietzsche baseia seu inquieto pensar, e isto atinge seu ponto de madureza em seus escritos derradeiros, a partir de Assim Falava Zaratustra, eu seu método genealógico, ou seja, num estudo não exatamente linear da história, investigando as relações não apenas sociais, ou gerais, mas também psicológicas travadas pelos seres, e atinando ao modo como se valora o mundo, às “raízes” destes valores (ou “o valor dos valores”). A metodologia, para a elaboração de nosso escrito, é exclusivamente bibliográfica. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Trabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciado | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/6324 | |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Federal Rural do Semi-Árido | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAH | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFERSA | pt_BR |
| dc.relation.references | BEZERRA, Yago Barreto. Nietzsche e o direito: aproximações e inferências. 2020. 50 f. TCC (Graduação) - Curso de Direito, Departamento de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal Rural do Semiárido, Mossoró, 2020. | pt_BR |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | pt_BR |
| dc.rights.license | CC-BY-SA | pt_BR |
| dc.subject | Direito | pt_BR |
| dc.subject | Nietzsche | pt_BR |
| dc.subject | Ressentimento | pt_BR |
| dc.subject | Poder | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| dc.title | Nietzsche e o direito: aproximações e inferências | pt_BR |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis | pt_BR |
| dc.type.subtype | MONO | pt_BR |
