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Análise comparativa entre métodos de vetorização de edificações em ortofotos produzidas por aeronaves remotamente pilotadas

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Atualmente, o poder público busca manter um crescimento urbano e populacional ordenado. Um dos fatores essenciais para a manutenção dessa ordem é a cobrança do IPTU juntos aos moradores e proprietários dos imóveis. Através do cadastro imobiliário urbano, é possível se obter dados dos imóveis como tamanho do terreno, área construída, localização, etc. Através da utilização de técnicas de geoprocessamento e mapeamento, é possível coletar esses dados e fazer análises dos mesmos gerando informações georreferenciadas e confiáveis. Esse mapeamento é feito com o processamento dos dados obtidos no levantamento topográfico e aerofotogramétrico. O método atual para a obtenção dos dados referentes aos imóveis é o de vetorização manual, processo feito manualmente por humanos, o que pode implicar em erros no processo de vetorização. Nesse contexto, objetivou-se neste trabalho comparar métodos de vetorização automáticos e semiautomáticos com o método manual. Com o intuito de fazer uma amostragem de dados sobre a vetorização das edificações através dos métodos manual, semiautomático e automático, foram realizados testes com 10 participantes para a coleta de parâmetros como tempo de execução, uso da ferramenta, qualidade final do produto, área, perímetro e quantidade de vértices. Através da análise de todos os dados coletados percebeu-se que a vetorização manual e a automática foram semelhantes em alguns desses parâmetros, principalmente na visualização do produto final gerados por ambos e pelas áreas calculadas, com valores das áreas das edificações somadas variando de 5500 m² e 6000 m², porém, foram distintos no cálculo dos perímetros e quantidade de vértices, isso devido a alguns erros encontrados no processamento do mesmo. Já a vetorização semiautomática apresentou resultados muito distintos da realidade e dos outros dois métodos, como por exemplo no cálculo da área edificada da quadra de estudo, onde a área média calculada foi de 3015,95 m², outro parâmetro que destoou bastante foi o do perímetro, o que mostra que esse método não é confiável. Pode-se concluir, portanto, que para a vetorização de edificações o método que mais se aproxima da realidade e traz dados mais confiáveis é o da vetorização manual.



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