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Análise acústica do desenvolvimento de três pares de vogais do inglês ([i] / [ɪ], [ɛ] / [æ], [u] / [ʊ]) por aprendizes potiguares

dc.contributor.advisorSilva, Anderson Romário Souza
dc.contributor.authorSilva, Monalisa Nunes
dc.contributor.referee1Silva, Anderson Romário Souza
dc.contributor.referee2Nascimento, Katiene Rozy Santos do
dc.contributor.referee3Carvalho, Cid Ivan da Costa
dc.coverage.spatialCaraúbas
dc.date.accessioned2024-03-20T18:13:53Z
dc.date.available2024-03-20T18:13:53Z
dc.date.issued2023-10-11
dc.description.abstractO objetivo geral desta pesquisa é analisar o desenvolvimento de três pares de vogais (/i/ e /ɪ/,/ɛ/ e /æ/ e /ʊ/ e /u/) por aprendizes potiguares de inglês. Para atingir esse objetivo proposto foi levantada a seguinte questão: Falantes brasileiros de inglês distinguem esses pares de vogais do inglês? Como hipótese deste questionamento, acreditamos que os pares mínimos (/i/ e /ɪ/,/ɛ/ e /æ/ e /ʊ/ e /u/) são um desafio para aprendizes potiguares do inglês, pois tendemos a produzir as vogais do IL2 com base nas vogais na L1. Para averiguar esta hipótese, analisaremos a distinção dos pares mínimos (/i/ e /ɪ/,/ɛ/ e /æ/ e /ʊ/ e /u/) através de análise acústica. Serão analisados dados de um corpus já existente, no qual consiste na gravação de palavras inseridas em frases-veículo, nas quais os valores de F1 e F2 serão coletados das principais vogais do inglês. Com os valores de F1 e F2 coletados, será possível calcular a distância euclidiana entre os pares mínimos e averiguar se os participantes foram capazes de distinguir as vogais. A literatura aborda a dificuldade que os falantes de L1 tem quando se deparam com as vogais do inglês, causando confusão em conversação, Cristófaro-Silva (2012) fala que por vogais do inglês como /æ/ não existir no Português Brasileiro (PB), acaba gerando mais dificuldade em sua reprodução e aprendizagem. Como já citado, a literatura traz as dificuldades enfrentadas por aprendizes de IL2, o principal achado da pesquisa foi reforçar que, quanto maior for a semelhança entre os sons da L2 com a L1, maior é a dificuldade em distingui-los, por exemplo, vogais [ɛ, æ] são difíceis de obter distinção (LIMA JR, 2016).
dc.description.physical59 f.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.bibliographicCitationSILVA, Monalisa Nunes. Análise acústica do desenvolvimento de três pares de vogais do inglês ([i] / [ɪ], [ɛ] / [æ], [u] / [ʊ]) por aprendizes potiguares. 2023. 59 f. TCC (Graduação) - Curso de Letras Inglês, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Caraúbas, 2023.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/10734
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.centerCentro Multidisciplinar de Caraúbas - CMC
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.initialsUFERSA
dc.publisher.institutionUniversidade Federal Rural do Semi-Árido
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccessen
dc.rights.holderUFERSA
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LETRAS INGLESA
dc.subject.keywordVogais
dc.subject.keywordPortuguês brasileiro
dc.subject.keywordInglês
dc.titleAnálise acústica do desenvolvimento de três pares de vogais do inglês ([i] / [ɪ], [ɛ] / [æ], [u] / [ʊ]) por aprendizes potiguares
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesis

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