A Luta antimanicomial e a reforma psiquiátrica brasileira
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A Luta Antimanicomial e a Reforma Psiquiátrica brasileira foram fenômenos conseguintes e integrados que, no país, vieram acompanhadas de uma rede substitutiva de saúde ao modelo hospitalocêntrico, originando a Lei 10.216/2001, sendo processos que ainda perduram no país, sob uma aplicação não-linear. Observado o contexto histórico da loucura, principalmente, o da Europa Ocidental, constrói-se uma herança da cultura manicomial e da internação, passadas por gerações até os dias atuais. Apesar da base do Movimento Antimanicomial e da Reforma Psiquiátrica, o Brasil tem seguido por outros rumos desde a última década, sendo influenciado por uma corrente neoliberal e de desmonte ao suporte de saúde mental público. E, por isso, o presente artigo irá pesquisar uma bibliografia selecionada sobre o tema, oportunizando a retomada da criticidade formada nas bases do Movimento Antimanicomial, orientada pelo trabalho de Michel Foucault, Paulo Amarante e Eduardo Vasconcelos, também dispondo das estratégias propostas nesse contexto, abertas a reflexões contemporâneas

