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Desestabilização de emulsão (o/a) do petróleo bruto utilizando álcool laurílico etoxilado aliado a variação da temperatura

dc.contributor.advisorNóbrega, Geraldine Angélica Silva da
dc.contributor.authorMallak, Rafael Stefano Costa
dc.contributor.referee1Nóbrega, Geraldine Angélica Silva da
dc.contributor.referee2Santos, Francisco Klebson Gomes dos
dc.contributor.referee3Viana, Alyane Nataska Fontes
dc.coverage.spatialCaraúbas
dc.date.accessioned2024-08-15T22:03:57Z
dc.date.available2024-08-15T22:03:57Z
dc.date.issued2015-01-29
dc.description.abstractA partir dos problemas gerados por corrosões em tubulação e em equipamentos de refino de óleo bruto que cria prejuízo para indústria observou a necessidade de que antes do refino deve ser feita a separação de óleo da água proveniente de aquíferos subterrâneos e também do mecanismo de recuperação do óleo. Normalmente água e óleo não são miscíveis, isso quer dizer que eles não se misturam, porém, como este óleo bruto está sobre pressão durante milhares de anos e possui tensoativos naturais, criam essa emulsão. Depois da separação dessa emulsão a água de produção deve estabelecer um nível mínimo de qualidade para ser descartada na natureza, então foi estabelecido a resolução CONAMA 393/07 no artigo 5° estabelecendo que o descarte de água produzida deverá obedecer à concentração média aritmética simples de óleos e graxas de até 29 mg/L, com valor máximo diário de 42 mg/L. Este trabalho realizado em parceria com o IFRN – Campus Mossoró, tem o objetivo de realizar essa separação utilizando tensoativo, do tipo álcool laurílico etoxilado, aliado a temperatura para realizar os processos de floculação, sedimentação e coalescência até a separação do óleo, para verificar, analisar e concluir qual é o melhor tensoativo e temperatura para obter a melhor eficiência possível. A pesquisa foi realizada preparando uma solução contendo 90 % de água destilada e 10 % de óleo, os experimentos foram repetidos com a adição de 1,5 % de NaCl para simular as emulsões retiradas dos campos de produções de petróleo. Após o preparo das emulsões foram adicionados tensoativos e posto ao banho termostático, variando a temperatura de 30 °C até 70 °C. Após analisar os resultados foi observado que o melhor desempenho apresentado foi o tensoativo Álcool Laurílico 3EO.
dc.description.physical31 f.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.bibliographicCitationMALLAK, Rafael Stefano Costa. Desestabilização de emulsão (o/a) do petróleo bruto utilizando álcool laurílico etoxilado aliado a variação da temperatura. 2015. 31 f. TCC (Graduação) - Curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Caraúbas, 2015.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/11323
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.centerCentro Multidisciplinar de Caraúbas - CMC
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.initialsUFERSA
dc.publisher.institutionUniversidade Federal Rural do Semi-Árido
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccessen
dc.rights.holderUFERSA
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA E TECNOLOGIA
dc.subject.keywordEmulsão O/A
dc.subject.keywordTensoativo
dc.subject.keywordDesestabilização da emulsão
dc.subject.keywordQuebra da emulsão
dc.subject.keywordSeparação O/A
dc.titleDesestabilização de emulsão (o/a) do petróleo bruto utilizando álcool laurílico etoxilado aliado a variação da temperatura
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesis

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