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Análise do potencial de corrosividade das frações de cachaça

dc.contributor.advisor-co1Cunha, Jardel Dantas da
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.advisor1Barbosa, Andréa Francisca Fernandes
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.authorPraxedes, Pedro Nonato de Almeida
dc.contributor.referee1Cunha, Jardel Dantas da
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.contributor.referee2Santiago, Rodrigo Cesar
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.date.accessioned2020-02-18T12:35:48Z
dc.date.available2020-02-18T12:35:48Z
dc.date.issued2019-03-19
dc.descriptionArtigo Acadêmicopt_BR
dc.description.abstractNão possuipt_BR
dc.description.resumoA cachaça é um destilado típico do Brasil, com uma magnitude comercial destacada. Dentre as diversas formas que podem ser utilizadas para sua produção, a forma artesanal faz uso de alambique de cobre, e este pode influenciar diretamente no composto final do produto. Com isso fez-se necessário um estudo com o intuito de identificar a qualidade e o potencial de corrosividade, onde foram analisadas duas frações de cachaça, coração e cauda, produzidas por meio de um alambique de cobre artesanal e obtida no interior do estado do Maranhão. Para analisar o teor alcoólico e a densidade relativa, utilizou-se um densímetro digital de bancada. Percebendo-se que o coração, principal fração cachaça, se encontra com o teor alcoólico acima do permitido pela legislação, e que a densidade diminui quando o álcool está presente em maior quantidade. Quanto ao potencial de corrosividade, nota-se que a taxa de corrosividade na cauda é consideravelmente maior do que no coração, sendo as diversas moléculas de alta densidade e os componentes presentes no mosto os influenciadores desta discrepância. Os resultados obtidos neste estudo, apresentam apenas alguns parâmetros de qualidade para bebidas alcoólicas destiladas, evidenciando a falta de controle de produção e manutenção no alambique, necessitando do uso de tecnologias a fim de melhorar e qualificar o produto final.pt_BR
dc.description.sponsorshipTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciadopt_BR
dc.identifier.citationPraxedes (2019) (PRAXEDES, 2019)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/1405
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/4309
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Exatas e Naturais - CCENpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.relation.referencesPRAXEDES, Pedro Nonato de Almeida. Análise do potencial de corrosividade das frações de cachaça. 7f. , Mossoró, 2019.pt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.rights.licenseCC-BY-SApt_BR
dc.subjectCachaçapt_BR
dc.subjectCobrept_BR
dc.subjectCorrosãopt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS EXATAS E DA TERRA::CIENCIA E TECNOLOGIApt_BR
dc.titleAnálise do potencial de corrosividade das frações de cachaçapt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR

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