A realização das consoantes nasais /m/ e /n/ em coda silábica por aprendizes brasileiros de inglês
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Esse estudo averiguou a realização das consoantes nasais /m/ e /n/ em posição de coda, por aprendizes brasileiros de inglês, graduandos em Letras Inglês pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Esse trabalho foi fundamentado na Teoria Acústica de Produção da fala (CRISTÓFARO SILVA et al, 2019). O objeto de estudo deste trabalho foi a produção das consoantes nasais /m/ e /n/ por aprendizes brasileiros de inglês, e buscou identificar quais variáveis colaboram ou não para a realização das nasais em coda final. Pesquisadores como (SILVA 2012; SILVA JÚNIOR, 2019; BECKER, 2007) já investigaram sobre a temática embora, poucas pesquisas se aprofundaram na questão com relação ao componente fonológico ILE no estado do Rio Grande do Norte, bem como justificado nessa pesquisa. Trata-se de um estudo experimental, onde foram produzidas a leitura de frases veículos contendo palavras com consoantes nasais do estudo e palavras na ocorrência do silent e. Ao todo, 12 informantes aprendizes de ILE divididos em níveis de proficiência linguística iniciantes e avançados participaram da pesquisa. As variáveis analisadas foram: tipo de consoante em coda, tonicidade, ocorrência do silent e, tempo de exposição à língua alvo. Os resultados dos testes estatísticos demonstraram que as variáveis, tipo de consoante e tempo de exposição à língua alvo apresentaram diferenças significativas. Enquanto, as variáveis tonicidade e ocorrência de silent e não favoreceram a produção das nasais. Estes resultados evidenciaram que os aprendizes brasileiros apresentam dificuldades ao lidarem com as consoantes nasais em coda.
