Detecção de exoplanetas por trânsitos planetários: fundamentos físicos e desafios computacionais na era do big data
| dc.contributor.advisor | Costa, Francisco Ernandes Matos | |
| dc.contributor.advisormail | ernandesmatos@ufersa.edu.br | |
| dc.contributor.author | Sousa, Maria Isabelly Lima de | |
| dc.contributor.referee1 | Costa, Francisco Ernandes Matos | |
| dc.contributor.referee2 | Rego, Rosana Cibely Batista | |
| dc.contributor.referee3 | Lopes, Kennedy Rurison | |
| dc.coverage.spatial | Pau dos Ferros | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-01T18:23:13Z | |
| dc.date.available | 2026-07-01T18:23:13Z | |
| dc.date.issued | 2026-06-08 | |
| dc.description.abstract | A detecção de exoplanetas pelo método de trânsito planetário consolidou-se como a principal técnica de descoberta na exoplanetologia contemporânea, impulsionada por missões espaciais como Kepler* e TESS, que geram volumes massivos de dados astronômicos. Este trabalho tem como objetivo analisar o método de trânsito planetário e discutir como técnicas de ciência de dados contribuem para sua eficácia na era dos grandes volumes de dados. A pesquisa combina revisão bibliográfica sobre os fundamentos físicos do método de trânsito e seus desafios computacionais com procedimentos empíricos utilizando o algoritmo Transit Least Squares em 6.807 curvas de luz do catálogo de Objetos de Interesse da missão *Kepler*, incluindo 2.694 planetas confirmados e 4.113 falsos positivos. Os resultados demonstraram que os falsos positivos alcançaram eficiência média de detecção de sinal (46,47) superior à dos planetas confirmados (41,85), além de valores máximos de 289,69 contra 250,99, evidenciando que a métrica de eficiência de detecção de sinal, isoladamente, não discrimina sinais reais de artefatos periódicos. O processamento das 6.807 curvas de luz demandou aproximadamente quatro meses em hardware convencional, ilustrando os desafios de escala na análise de grandes volumes de dados astronômicos. Os resultados empíricos confirmam as três dimensões dos grandes volumes de dados propostas por Zhang e Zhao: veracidade (60,4% de falsos positivos na amostra), variedade (integração de metadados e séries temporais) e volume (processamento massivo de dados). Embora o Transit Least Squares seja uma ferramenta robusta para detecção de periodicidade, sua integração com classificadores baseados em aprendizado profundo, como redes neurais convolucionais, é essencial para reduzir falsos positivos em fluxos automatizados de detecção de exoplanetas. | |
| dc.description.abstract2 | The detection of exoplanets using the planetary transit method has become the main discovery technique in contemporary exoplanetology, driven by space missions such as Kepler and TESS, which generate massive volumes of astronomical data. This study aims to analyze the planetary transit method and discuss how data science techniques contribute to its effectiveness in the big data era. The research combines a literature review on the physical foundations of the transit method and computational challenges with empirical procedures using the Transit Least Squares algorithm applied to 6,807 light curves from the *Kepler* Object of Interest catalog, including 2,694 confirmed planets and 4,113 false positives. The results demonstrated that false positives achieved a higher mean signal detection efficiency (46.47) than confirmed planets (41.85), with maximum values reaching 289.69 compared to 250.99, showing that the signal detection efficiency metric alone does not discriminate real signals from periodic artifacts. Processing the 6,807 light curves required approximately four months on conventional hardware, illustrating the scalability challenges in analyzing large volumes of astronomical data. The empirical results confirm the three dimensions of big data proposed by Zhang and Zhao: veracity (60.4% false positives in the sample), variety (integration of metadata and time series), and volume (massive data processing). Although Transit Least Squares is a robust tool for periodicity detection, its integration with deep learning-based classifiers, such as convolutional neural networks, is essential to reduce false positives in automated exoplanet detection pipelines. | |
| dc.description.physical | 60 f | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/5699084725652082 | |
| dc.identifier.authorLattes | https://lattes.cnpq.br/0098232723958633 | |
| dc.identifier.bibliographicCitation | SOUSA, Maria Isabelly Lima de. Detecção de exoplanetas por trânsitos planetários: fundamentos físicos e desafios computacionais na era do big data. 60 f. 2026. Monografia (Bacharelado Interdisciplinar em Tecnologia da Informação) - Centro Multidisciplinar de Pau dos Ferros, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Pau dos Ferros, 2026. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/15345 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.center | Centro Multidisciplinar de Pau dos Ferros - CMPF | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.department | Departamento de Engenharias e Tecnologia - DETEC | |
| dc.publisher.initials | UFERSA | |
| dc.publisher.institution | Universidade Federal Rural do Semi-Árido | |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | |
| dc.rights.holder | UFERSA | |
| dc.rights.license | Attribution-ShareAlike 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/ | |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::TECNOLOGIA DA INFORMACAO | |
| dc.subject.keyword | Exoplanetas | |
| dc.subject.keyword | Método de trânsito | |
| dc.subject.keyword | Transit least squares | |
| dc.subject.keyword | Detecção automatizada | |
| dc.subject.keyword | Big data | |
| dc.title | Detecção de exoplanetas por trânsitos planetários: fundamentos físicos e desafios computacionais na era do big data | |
| dc.title.alternative | Exoplanet detection through planetary transits: physical foundations and computational challenges in the era of big data | |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis |
