Minerando dados de pulseiras inteligentes em busca de mais qualidade de vida da comunidade idosa: uso do modelo preditivo para prevenção de acidentes
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Segundo o IBGE (2022), a população do Brasil está mais velha. Entre 2012 e 2021, o número de pessoas abaixo de 30 anos de idade no país caiu 5,4%, enquanto houve aumento em todos os grupos acima dessa faixa etária no período. Com isso, pessoas com 30 anos ou mais passaram a representar 56,1% da população total em 2021; esse percentual era de 50,1% em 2012. Tendo em vista o aumento constante de idosos, pode-se entender que o número de acidentes que ocorrem com eles se torne comum e venha aumentando também. Tendo em vista as suas dificuldades devido à idade avançada, a falta de coordenação motora para executar algumas atividades, a falta de força para essa execução, os acidentes comuns com os idosos ocorreriam em suas casas, tendo como fatores uma iluminação fraca, a falta de acessibilidade pela casa, impossibilitando seu deslocamento, a falta de acompanhamento de uma pessoa constantemente, dentre outras necessidades. Desta forma, a comunidade vem sofrendo muitas lesões, fraturas e sofrendo devido a essas quedas. Para um melhor monitoramento da sociedade idosa, muitas tecnologias estão sendo criadas para evitar tais acidentes e melhorar a expectativa de vida dos mesmos, com casas inteligentes e, além de toda a tecnologia envolvendo as casas inteligentes, temos a acessibilidade através da arquitetura da casa. Também temos as pulseiras eletrônicas, controladas por uma pessoa que tende a cuidar do idoso. Desta forma, a pesquisa a seguir proporá um modelo de mineração de dados obtidos de pulseiras inteligentes para fazer o monitoramento do dia a dia de pessoas idosas.
