Uberização do trabalho, regulamentação legal e tendências judiciais: uma análise marxista
| dc.contributor.advisor | Valença, Daniel Araújo | |
| dc.contributor.advisor1 | Valença, Daniel Araújo | pt_BR |
| dc.contributor.advisor2 | Barbosa, Gustavo Henrique Freire | pt_BR |
| dc.contributor.author | Sousa, Maria Júlia Costa Leite e | |
| dc.contributor.coadvisor | Barbosa, Gustavo Henrique Freire | |
| dc.contributor.referee1 | Valença, Daniel Araújo | |
| dc.contributor.referee2 | Barbosa, Gustavo Henrique Freire | |
| dc.contributor.referee3 | Lucas, Ana Maria Bezerra | |
| dc.contributor.referee4 | Palmeira Sobrinho, Zéu | |
| dc.coverage.spatial | Mossoró | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2022-12-01T17:05:51Z | |
| dc.date.available | 2022-12-01T17:05:51Z | |
| dc.date.issued | 2022-06-08 | |
| dc.description.abstract | Esta monografia objetiva examinar, a partir da perspectiva marxista do direito, o fenômeno da uberização no Brasil, analisando a maneira pela qual esta discussão tem sido realizada nos âmbitos acadêmico, legislativo e jurisdicional nacionais. Conceitua-se uberização como uma forma de gestão da força de trabalho baseada na utilização de tecnologias digitais comunicacionais, na qual as relações de assalariamento são negadas e assumem a aparência de prestação de serviços, e que tem como elementos centrais instabilidade, imprevisibilidade e as tendências à individualização e à precarização. No primeiro capítulo, realiza-se uma revisão de literatura acerca da temática, bem como uma abordagem aos conceitos marxianos de mais-valor, meios de produção e assalariamento. Percebe-se que as categorias marxianas permanecem presentes no modo de gestão em estudo, assumindo apenas uma aparência formal distinta. No segundo capítulo, analisam-se as tentativas de regulamentação jurídica desse modo de gestão, bem como são tecidos comentários acerca da perspectiva marxista e pachukaniana do Direito. No capítulo final, são estudados acórdãos do Tribunal Superior do Trabalho em processos das empresas Uber e 99. Verificou-se que, das 13 decisões proferidas até o momento, 11 negam o caráter empregatício das relações uberizadas; uma não trata sobre essa questão e outra, da 3ª Turma, reconhece o vínculo de emprego entre motorista e plataforma. Concluiu-se que a melhor maneira de pautar a regulamentação do trabalho uberizado no Brasil se dá pela inclusão desses profissionais no âmbito de proteção da CLT, e que esta reivindicação deve estar associada a um horizonte mais amplo de luta anticapitalista. | pt_BR |
| dc.description.physical | 102 f. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | pt_BR | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/7905 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAH | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UFERSA | pt_BR |
| dc.publisher.institution | Universidade Federal Rural do Semi-Árido | pt_BR |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | pt_BR |
| dc.rights.holder | UFERSA | pt_BR |
| dc.rights.license | CC-BY-SA | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Uberização | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Marxismo | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Direito do trabalho | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Precarização do trabalho | pt_BR |
| dc.subject.keyword | Regulamentação do trabalho | pt_BR |
| dc.title | Uberização do trabalho, regulamentação legal e tendências judiciais: uma análise marxista | pt_BR |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis | pt_BR |
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