Reação de acessos de Luffa spp. frente a Macrophomina pseudophaseolina
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Por se tratar de um material vegetal de excelente qualidade e grande variabilidade genética, a Luffa uma cucurbitácea pouco explorada vem despertando o interesse dos pesquisadores dos programas de melhoramento genético e do mercado atual, visando uma pegada mais ecológica. Entretanto, a inexistência de estudos que abordam a cultura e os impactos das doenças transmitidas por patógenos radiculares vem influenciando em seu baixo plantio. Portanto, o presente estudo teve por objetivo verificar a incidência e a reação de acessos de Luffa spp., quando inoculados com Macrophomina pseudophaseolina. Para isso foram utilizados 12 acessos de Luffa spp., oriundos da coleção de germoplasma de cucurbitáceas da UFERSA, acrescido de duas testemunhas positivas, meloeiro e melancieira, e para cada acesso/cultivar foi utilizado uma testemunha negativa. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Campus Oeste da UFERSA/Mossoró. Sementes das cucurbitáceas foram postas para germinar em bandejas, e posteriormente transferidas para vasos de 1L, previamente preenchidos com uma mistura de solo autoclavado/substrato (3:1 v/v). A inoculação do isolado ROII de M. pseudophaseolina foi realizada pelo método do palito de dente. Após a inoculação as plantas foram mantidas em casa de vegetação por 60 dias, em delineamento inteiramente casualizado com quatro repetições. O ensaio foi repetido. Ao término do ensaio, foram avaliadas as variáveis de incidência, reação de classe, comprimento da parte área e raiz. Para todas as variáveis analisadas houve diferença estatística significativa entre os tratamentos, ao nível de 5% de probabilidade. O acesso TB39 mostrouse imune ao patógeno, com incidência média de 0%, além de apresentar as maiores médias para comprimento de parte aérea e raiz. Um fato possível de ser constatado com o experimento foi à grande diferença existente entre os acessos testados, indicando a existência de variabilidade na resposta entre os tratamentos.
