Viabilidade do armazenamento do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) equino: implicações para a patologia clínica veterinária
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Em função da necessidade de uso imediato do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) na rotina veterinária, o armazenamento surge como uma alternativa para otimizar protocolos de medicina regenerativa. Este concentrado plaquetário foi obtido a partir do sangue total de 10 equinos por meio de dupla centrifugação, com força de centrifugação relativa (FCR) de 112 g e 55 g, respectivamente, por 5 minutos cada, sendo avaliado em três protocolos térmicos: refrigeração (7°C), congelamento (−22°C) e ultracongelamento (−80°C). As análises laboratoriais consistiram na contagem plaquetária pelo método de Brecher em hemocitômetro e na avaliação morfológica após ativação com cloreto de cálcio 6,2% nos tempos de 1 dia, 7 dias e 14 dias pós-colheita. O ultracongelamento e a refrigeração a 7°C são eficazes para a manutenção da qualidade do PRP por 1 dia, visto que o armazenamento por 7 e 14 dias acarretam uma queda acentuada na concentração plaquetária, o que inviabiliza o potencial terapêutico em todos os protocolos térmicos avaliados, independente da manutenção morfológica das plaquetas ter sido mantida em todos os dias.

