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Eficácia de inseticidas biológicos e sintéticos no controle da mosca minadora Liriomyza sativae Blanchard em meloeiro

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Liriomyza sativae Blanchard (Diptera: Agromyzidae) ou no vernáculo mosca minadora, é uma praga de grande importância para a região do Rio Grande do Norte e Ceará, principalmente para as lavouras de produção de meloeiro, que sofrem nos ciclos produtivos com o ataque cada vez mais severo dessa espécie de inseto. Sua principal forma de controle ainda se concentra na utilização de produtos químicos sintéticos, entretanto, estudos anteriores mostraram que moscas do gênero Liriomyza possuem ampla capacidade de adquirir resistência a vários inseticidas com diferentes princípios ativos. Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo analisar a eficácia de inseticidas biológicos e sintéticos, Ciantraniliprole (CIANTR); Espinetoram (ESPINT); Cordyceps javanica (CORDYJ); AKM NK e WF4 sobre a mortalidade de L. sativae. Foram constatadas às mortalidades acumuladas (MA%), Viabilidade das Larvas (VL%), viabilidade das pupas (VP%), razão sexual (RS) e Longevidade (LA), quando da aplicação dos produtos em diferentes estágios larvais (2o e 3o instar) e sobre o estágio pupal. Quando larvas de 2o instar de L. sativae foram contaminadas pelos produtos, ciantraniliprole, espinetoram e AKM NK apresentaram mortalidades acumuladas acima de 90%, seguidos por Cordyceps javanica com 83,12% e WF4 com 79,9%. Quando larvas de 3o instar de L. sativae foram contaminadas pelos produtos, somente ciantraniliprole e espinetoram apresentaram 100% de mortalidade. Os outros tratamentos não ultrapassaram 64% de mortalidade acumulada. Para os produtos analisados sobre as pupas de L. sativae, AKM NK apresentou maior eficácia, com 0,0% de viabilidade pupal, seguido de espinetoram e WF4 com (16,67%), ciantraniliprole (43,33%) e Cordyceps javanica (53,33%). A menor longevidade observada foi de 12 dias, para espinetoram e a maior foi de 23 dias, para WF4 e testemunha.



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