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Relatório de estágio supervisionado obrigatório: Instituto Giramundo Mutuando

dc.contributor.advisorPorto, Vania Christina do Nascimento
dc.contributor.advisormailrepositorio@ufersa.edu.br
dc.contributor.authorSilva, Hilbaty Estephany Rodrigues da
dc.contributor.coadvisorLiberalino Filho, João
dc.contributor.referee1Porto, Vânia Christina do Nascimento
dc.contributor.referee2Stamato, Beatriz
dc.coverage.spatialMossoró
dc.date.accessioned2025-12-10T12:14:01Z
dc.date.available2025-12-10T12:14:01Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractO emprego mais antigo da palavra agroecologia está relacionado ao zoneamento agroecológico, que é a demarcação territorial da área de violação aceitável de uma determinada cultura, em função das características edafoclimáticas indispensáveis ao seu desenvolvimento (FEIDEN, 2005). No entanto, Guzmán, diz que: A agroecologia está virando moda, ao ser utilizada como mera técnica ou instrumento metodológico para compreender melhor o funcionamento e a dinâmica dos sistemas agrários e resolver a grande quantidade de problemas técnicoagronômicos que as ciências agrárias convencionais não conseguem esclarecer. Contudo, essa dimensão restrita – que está conseguindo bastante espaço no mundo da pesquisa e do ensino como um saber essencialmente acadêmico – carece totalmente de compromissos socioambientais. Nessa maneira de entender a agroecologia, as variáveis sociais funcionam para compreender a dimensão entrópica da deterioração dos recursos naturais nos sistemas agrários (GUZMÁN, 2005, p. 103). Nesse contexto, a agroecologia também tem o papel fundamental não só na formação dentro das universidades, como também nas escolas, institutos, empresas de pesquisas, ONGs, órgãos de assistência técnica e extensão rural, associações e agentes públicos estaduais e federais de desenvolvimento agropecuário. Todavia, essas ciências e experiências devem ser voltadas e construídas para quem realmente interessa esse saber e conhecimento, como: os jovens rurais e o homem do campo. Entretanto, para se conceber uma educação a partir do campo e para o campo, é necessário mobilizar e colocar em prática idéias e conceitos há muito constituídos pelo senso comum, como os (conhecimentos empíricos) construídos por agricultoras e agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais, e mais do que isso, é necessário desconstruir paradigmas, preconceitos e injustiças, a fim de reverter as desigualdades de aprendizado, historicamente estabelecidas, entre campo e cidade (BRASIL, 2007). Diante do exposto, as ONGs têm ação fundamental na construção do conhecimento agroecológico e na disseminação da agroecologia, formando agentes transformadores. O papel das ONGs é diagnosticar as demandas e características ecológicas, econômicas e socioculturais das comunidades e construir os conhecimentos agroecológicos de forma participativa e coletiva, embasado nas características endógenas dessa comunidade onde os saberes devem ser vivenciados nas comunidades, assentamentos e todos os lugares onde se desejem uma proposta de agricultura ecologicamente correta, auxiliando-os a entender a importância da terra, da agricultura familiar e da permanência no campo.
dc.description.abstract2The earliest use of the word agroecology is related to agroecological zoning, which is the territorial demarcation of the acceptable area of ​​violation of a given crop, based on the edaphoclimatic characteristics essential to its development (FEIDEN, 2005). However, Guzmán states that: Agroecology is becoming fashionable, being used as a mere technique or methodological instrument to better understand the functioning and dynamics of agrarian systems and to solve the large number of technical-agronomic problems that conventional agricultural sciences cannot clarify. However, this restricted dimension – which is gaining considerable space in the world of research and teaching as an essentially academic knowledge – completely lacks socio-environmental commitments. In this way of understanding agroecology, social variables function to understand the entropic dimension of the deterioration of natural resources in agrarian systems (GUZMÁN, 2005, p. 103). In this context, agroecology also plays a fundamental role not only in university education, but also in schools, institutes, research companies, NGOs, technical assistance and rural extension agencies, associations, and state and federal public agents of agricultural development. However, these sciences and experiences must be geared towards and built for those who are truly interested in this knowledge, such as rural youth and rural people. However, to conceive of education from and for the countryside, it is necessary to mobilize and put into practice ideas and concepts long established by common sense, such as the (empirical knowledge) built by family farmers, traditional peoples and communities, and more than that, it is necessary to deconstruct paradigms, prejudices, and injustices in order to reverse the historically established inequalities in learning between rural and urban areas (BRASIL, 2007). Given the above, NGOs have a fundamental role in the construction of agroecological knowledge and in the dissemination of agroecology, training transformative agents. The role of NGOs is to diagnose the ecological, economic, and sociocultural demands and characteristics of communities and to build agroecological knowledge in a participatory and collective way, based on the endogenous characteristics of that community, where knowledge must be experienced in communities, settlements, and all places where an ecologically sound agricultural proposal is desired, helping them to understand the importance of the land, family farming, and remaining in the countryside.
dc.description.physical28 f. : Il.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.bibliographicCitationSILVA, Hilbaty Estephany Rodrigues da. Relatório de estágio supervisionado obrigatório: Instituto Giramundo Mutuando. 2016. 28 f. TCC (Graduação em Agronomia) - Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, 2014.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/14593
dc.language.isopt_BR
dc.publisher.centerCentro de Ciências Agrárias - CCA
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.initialsUFERSA
dc.publisher.institutionUniversidade Federal Rural do Semi-Árido
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.rights.holderUFERSA
dc.rights.licenseAttribution-ShareAlike 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/
dc.subject.cnpqCIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
dc.subject.keywordAgroecologia
dc.subject.keywordAgricultura familiar
dc.subject.keywordConsumo consciente
dc.subject.keywordAgroecology
dc.subject.keywordFamily farming
dc.subject.keywordConscious consumption
dc.titleRelatório de estágio supervisionado obrigatório: Instituto Giramundo Mutuando
dc.title.alternativeMandatory supervised internship report: Giramundo Mutuando Institute
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesis

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