🚨 Informamos aos concluintes que após a validação do orientador no sistema, A BIBLIOTECA PRECISA DE 7 DIAS ÚTEIS para tratar e processar os dados. Por isso, NÃO DEIXE PARA ENVIAR O TCC (graduação ou pós-graduação) DE ÚLTIMA HORA. Dúvidas: repositorio@ufersa.edu.br🚨

Desempenho inicial de cultivares de milho submetidas a estresses abióticos

Loading...
Thumbnail Image

Journal Title

Journal ISSN

Volume Title

Publisher

Abstract

O milho (Zea mays L.) é um cereal cosmopolita de grande importância econômica pelas diversas formas de utilização, sendo o Brasil o terceiro maior produtor do mundo. Dentre os principais problemas que afetam a produtividade na atividade agrícola estão os estresses abióticos, sendo estes mais prejudicais nas fases iniciais de desenvolvimento das plântulas. Assim, estudos sobre a adaptabilidade das culturas são necessários para a obtenção de cultivares comerciais tolerantes a esses estresses. Objetivou-se avaliar a tolerância de cultivares de milho submetidas ao déficit hídrico e ao estresse salino durante a germinação e crescimento inicial de plântulas. A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Análises de Sementes (LAS) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Mossoró/RN, em dois experimentos. O primeiro experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, seguindo o arranjo fatorial 20 x 3, sendo o primeiro fator formado por vinte cultivares de milho (BRS 2022, BRS 4103, BRS Cruzeta, BRS Gorutuba, Capo 22, HTC697, HTC717, HTC795, MC 70, PF 7008, Potiguar, Sintético 91801587, Sintético 91801590, Sintético 91801592, Sintético 91801596, Sintético 91801599, Sintético 91801600, Sintético 91801601, Sintético PESAGRO-RIO e UFLA-JM 100-POP AXB) e o segundo fator por três concentrações de polietileno glicol (PEG-6000) nos potenciais osmóticos de 0, -0,2 e -0,4 MPa, simulando o déficit hídrico. O segundo experimento foi em delineamento inteiramente casualizado seguindo o arranjo fatorial 20 x 3, sendo o primeiro fator formado pelas mesmas vinte cultivares do primeiro experimento e o segundo por três concentrações de NaCl (0; 100 e 200 mmol/L), compreendendo o estresse salino. As variáveis analisadas nos dois experimentos foram germinação, primeira contagem de germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento de parte aérea e de raiz, volume radicular, massa fresca de parte aérea e de raiz, massa seca de parte aérea e de raiz e taxa de extravasamento de eletrólitos. O déficit hídrico reduziu a germinação e vigor das plântulas de milho. As cultivares BRS 2022, UFLA JM100 POP AXB, Sintético PESAGRO-RIO, PF 7008, HTC697, BRS Gorutuba, Sintético 91801596, MC 70, Capo 22, BRS Cruzeta e Potiguar foram as mais tolerantes, enquanto as cultivares HTC717, HTC795, Sintético 91801587, Sintético 91801590, Sintético 91801599 e Sintético 91801600 foram as mais sensíveis ao déficit hídrico na fase de germinação e crescimento inicial. Quanto a salinidade, as cultivares Sintético PESAGRO- RIO, PF 7008, BRS Gorutuba, Sintético 91801592, Sintético 91801599, MC 70, Capo 22, BRS Cruzeta e Potiguar foram consideradas tolerantes, ao passo que as cultivares sensíveis foram HTC717, HTC795, Sintético 91801587, Sintético 91801590 e Sintético 91801601. O estresse salino não afetou a germinação, mas o acúmulo de biomassa e estabilidade das membranas das plântulas de milho foram prejudicadas.



Description

Citation

Endorsement

Review

Supplemented By

Referenced By

Creative Commons license

Except where otherwise noted, this item's license is described as Attribution-ShareAlike 3.0 Brazil