Testes de pH de exsudato e de precocidade de emissão da raiz primária para estimativa daqualidade de sementes de Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook.f. ex S.Moore
Date
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Abstract
Este estudo teve como objetivo determinar a qualidade fisiológica de três lotes de sementes deTabebuia aurea colhidas em diferentes anos (2021, 2022 e 2023), por meio da aplicação detestes tradicionais e análises bioquímicas, além de definir as condições ótimas para a execução dos testes de pH do exsudato e de precocidade de emissão da raiz primária. Inicialmente os lotes foram avaliados em relação ao grau de umidade, germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento de plântulas, massa seca de plântulas, condutividade elétrica, emergência, teste de tetrazólio, açucares solúveis totais e aminoácidos livres totais. Para o teste de pH de exsudato, quatro repetições de 25 sementes de cada lote foram imersas individualmente em 10 mL de água destilada e mantidas em câmara B.O.D a 25, 30 e 35 ºC por6, 12, e 18 horas. Em seguida, adicionaram-se 3 gotas de cada solução indicadora em cada compartimento das formas e a viabilidade foi determinada pela mudança de coloração da água. A semente cuja solução tornou-se rosa escuro ou rosa claro foi considerada viável, enquanto aquela cuja solução tornou-se rosa muito claro ou incolor foi considerada inviável. Para o teste de precocidade de emissão da raiz primária, as sementes foram acondicionadas em rolos de papel e mantidas em câmara B.O.D, sob as temperaturas de 25, 30, 35 ºC, observando-se a protrusão de pelo menos 2 mm de raiz primária a cada 12 horas a partir da instalação. O teste de pH de exsudato pode ser realizado a 35 ºC em 18 horas de embebição e o teste de precocidade de emissão de raiz na temperatura de 25 °C por 60 horas.

