Abordagem inicial sobre minigeração de energia solar fotovoltaica para fins comerciais
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A energia é crucial para as atividades diárias e industriais, mas muitos desconhecem sua origem e produção, gerando debates sobre suas diferentes fontes e impactos. As fontes de energia se dividem em renováveis (hidrelétrica, solar, eólica) e não renováveis (combustíveis fósseis, energia nuclear). Embora as energias renováveis estejam em crescimento, o mundo ainda depende majoritariamente dos combustíveis fósseis, cujos efeitos negativos sobre o meio ambiente e a sustentabilidade são alarmantes. No Brasil, a energia solar destaca-se como uma das fontes renováveis mais promissoras, com projeções da ABSOLAR indicando investimentos que poderão ultrapassar R$ 38,9 bilhões até 2024, criando 281,6 mil empregos e gerando uma receita adicional de R$ 11,7 bilhões. Espera-se que a capacidade instalada de energia solar alcance 45,5 GW, com uma significativa parte vinda de sistemas menores instalados por consumidores. O artigo detalha a estrutura e funcionamento de instalações solares fotovoltaicas, abordando seus componentes essenciais, como paineis solares, inversores e sistemas de monitoramento. A pesquisa foca na implementação de uma usina solar de 80 kWp, usando modelos de usinas existentes como referência. A análise financeira indica que a comercialização de energia solar é economicamente viavel, mesmo em um sistema de menor escala, com estimativas de faturamento e lucro que superam os rendimentos de aplicações tradicionais, como a poupança. Como conclusão, embora existam desafios regulatórios, a energia solar representa uma oportunidade significativa para a sustentabilidade econômica e ambiental do Brasil.

