Avaliação agronômica de cultivares de alface em função da idade de colheita, em cultivo de inverno em Mossoró-RN
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A alface atualmente é a hortaliça folhosa mais produzida e consumida no Brasil, entretanto informações sobre o comportamento produtivo de cultivares ainda são escassas para a região semiárida nordestina, principalmente por serem conduzidas sob condições meteorológicas distintas. Temperaturas amenas e fotoperíodo reduzido estimulam o crescimento vegetativo da alface, enquanto a situação contrária favorece o pendoamento precoce, resultando em significativas reduções na quantidade das folhas e prejudicando a qualidade da alface. Nesse sentido, objetivou-se nesse trabalho avaliar agronomicamente cultivares de alface em função da idade de colheita, em cultivo de inverno nas condições de Mossoró-RN. O experimento foi conduzido em campo, na Horta Didática da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), em Mossoró-RN, no período de 7 de agosto a 15 de setembro de 2014. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados completos com quatro repetições. Os tratamentos foram dispostos em parcelas subdivididas, sendo as parcelas representadas pelas cinco idades de colheita (20, 25, 30, 35 e 40 dias após o transplantio) e a subparcela foi constituída pelas cultivares de alface (Mimosa, Jullie, Malice, Elba, Red Star, Babá de Verão, Vitória Santo Antão e Maravilha Quatro Estações). Para avaliação foram priorizadas as características agronômicas, como: altura de plantas, diâmetro da parte aérea, número de folhas, massa verde da parte aérea e massa seca da parte aérea. Dentro das características avaliadas a melhor época de colheita no inverno foi aos 40 dias após o transplantio, e em relação cultivar foi a Vitória de Santo Antão, que de maneira geral apresentou a melhor performance produtiva.

