Qualidade de mudas de alface em função do volume das células e da condutividade elétrica em sistema floating
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A sobrevivência das mudas após transplantio é fator determinante para garantir o maior potencial produtivo da cultura da alface. A fim de garantir o seu desenvolvimento pleno é importante realizar manejo nutricional nessa fase inicial, além de promover espaço adequando para que ocorra o desenvolvimento radicular e foliar. Objetivou-se avaliar a qualidade das mudas de alface produzidas em sistema floating, em função do volume das células e da condutividade elétrica da solução nutritiva. O trabalho foi desenvolvido em casa de vegetação na Universidade Federal Rural do Semi-Árido, em Mossoró, RN. O experimento foi realizado no delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 2 x 4, com três repetições. Foram produzidas mudas de três cultivares de alface (Great Lakes 659, Elba e Creta), em dois tipos de bandejas (128 e 200 células) e fertirrigadas com soluções nutritivas com quatro condutividades elétricas (1,0; 1,5; 2,0 e 2,5 dS m-1). As mudas foram avaliadas quanto as seguintes variáveis: altura, número de folhas, cumprimento da raiz principal, diâmetro de coleto, área foliar, massa seca da parte aérea, massa seca de raiz, massa seca total e razão entre massa seca de parte aérea e massa seca de raízes (MSPA/MSR). A cultivar Great Lakes 659 apresentou mudas mais vigorosas para a maioria das variáveis analisadas. As três cultivares produziram mudas de maior qualidade quando cultivadas em bandejas de 128 células, com solução nutritiva com CE variando entre 1,8 e 2,0 dSm-1 em sistema floating

