Feito do ácido salicílico e jasmonato na qualidade e conservação pós-colheita de tomate cereja
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A utilização de reguladores de crescimento para atenuar estresses bióticos e abióticos nas culturas vem cada dia sendo mais explorada. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência dos hormônios ácido salicílico e jasmonato aplicados em plantas de tomate cereja, na qualidade e conservação pós-colheita de seus frutos submetidos ao armazenamento refrigerado. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado em esquema de parcelas subdivididas (4 × 3), com três repetições, totalizando 36 unidades experimentais. Nas parcelas foram dispostos os tratamentos com os fitorreguladores (ácido salicílico (AS), ácido jasmônico (JA), ácido salicílico mais ácido jasmônico (AS+JA), água destilada (Controle)) e na sub-parcela os dias de avaliação durante o armazenamento (0, 8 e 16 dias). As análises realizadas foram coloração da casca (L, a, b), firmeza, acidez titulável (AT), pH, sólidos solúveis (SS), relação sólidos solúveis/acidez (SS/AT), vitamina C, açúcares totais (AST), açúcares redutores (AR), licopeno, β-caroteno, polifenóis extraíveis totais (PET) e atividade antioxidante total pela captura do radical ABTS+. Os resultados da coordenada de coloração a* (33,44), coordenada b* (19,20), conteúdo de AT (0,931 g de ácido cítrico 100g-1), SS (5,6 %), AST (0,266 % massa fresca), AR (0,248% massa fresca), β-caroteno (0,139 mg 100 ml-1), PET (15,78) e pH (4,20) da polpa não apresentaram diferenças significativas. A aplicação isolada de ácido salicílico manteve as variáveis de qualidade e conservou os frutos por 16 dia durante o armazenamento

