Fungo micorrízico arbuscular Gigaspora albida (Gigasporaceae) atenua o estresse salino em milho crioulo (Poaceae)
| dc.contributor.advisor | Dias, Nildo da Silva | |
| dc.contributor.author | Arruda, Maria Valdiglezia de Mesquita | |
| dc.contributor.coadvisor | Albuquerque, Cynthia Cavalcanti de | |
| dc.contributor.referee1 | Dias, Nildo da Silva | |
| dc.contributor.referee2 | Oliveira, André Moreira de | |
| dc.contributor.referee3 | Morais, Marciana Bizerra de | |
| dc.contributor.referee4 | Pereira, Kleane Targino Oliveira | |
| dc.contributor.referee5 | Moreira, Rômulo Carantino Lucena | |
| dc.coverage.spatial | Mossoró | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-01T15:07:05Z | |
| dc.date.available | 2024-11-01T15:07:05Z | |
| dc.date.issued | 2023-05-31 | |
| dc.description.abstract | O uso de rejeito salino de osmose reversa para irrigação é uma realidade para muitos produtores. Porém, sem manejo adequado, pode gerar muitos impactos negativos nas culturas e no solo. Os fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) podem atenuar o efeito do estresse salino, melhorando a disponibilidade hídrica e nutricional, bem como o estresse oxidativo. Objetivouse no presente estudo avaliar o efeito do fungo micorrízico arbuscular (FMA) Gigaspora albida, na fisiologia, crescimento, balanço nutricional, bioquímica e resposta antioxidante de milho crioulo (Zea Mays), sob diferentes níveis de condutividade elétrica do rejeito salino da osmose reversa. O estudo foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 4, com seis repetições. Os tratamentos foram três condições micorrízica: (M1- plantas testemunha sem inóculo fúngico, M2- plantas com inóculo fúngico de G. albida e M3- plantas com inóculo fúngico de G. albida, mais a microbiota do solo), combinados com quatro níveis de condutividade elétrica do rejeito salino (CEa): (0,5, 1,8, 3,1, e 4,4 dS m-1). Aos 30 dias após imposição do estresse salino, foram avaliadas: trocas gasosas, fluorescência da clorofila, acúmulo de biomassa, acúmulo de sódio, fósforo, potássio, taxa de colonização das raízes (TCR), densidade de esporos (DE), teor relativo de água (TRA), prolina livre (PL), açúcares solúveis totais (AST), proteínas solúveis (PS), pigmentos fotossintéticos, peróxido de hidrogênio (H2O2), peroxidação lipídica (MDA) e atividade das enzimas antioxidantes. A irrigação com água de rejeito salino da osmose reversa reduziu as trocas gasosas, a eficiência quântica do fotossistema II e o crescimento das plantas de milho. A interação dos fatores aumentou a produção de biomassa da raiz e parte aérea nas plantas M3, no nível 2,5 e 1,8 dS m-1, respectivamente. Na CEa 4,4 dSm-1, as plantas M1 apresentaram maior relação raiz/parte aérea e massa radicular. As plantas M2 e M3 reduziram o acúmulo de sódio na folha e elevaram o potássio no colmo. As plantas M1 e M2 acumularam mais fósforo na folha. As plantas M3, em virtude da CE, apresentaram maior TCR e DE. Nas análises bioquímicas, as plantas M1 foram mais eficientes na redução do MDA. No nível 4,4 dS m-1, observou-se aumento considerável do teor de AST. Nas plantas M2, houve aumento do teor de PL e AST. Em M3, sob CEa elevada, houve manutenção do TRA, aumento da biomassa seca, PL, AST, redução do teor de H2O2 e aumento na atividade das enzimas antioxidantes. Os pigmentos foram semelhantes em todos os tratamentos. A irrigação com água de rejeito salino afeta a fisiologia do milho crioulo. O milho em simbiose com G. albida mais a microbiota do solo, entre os níveis 1,8 e 3,1 dS m-1, melhorou o crescimento, balanço de Na+, P, K+ na planta e reduziu a relação Na/K. A CEa 2,9 dSm-1 aumentou a DE, em níveis mais extremos 4,4 dS m- 1, prejudica a colonização de G. albida nas raízes. O aumento da CEa promoveu estresse osmótico e oxidativo nas plantas de milho. A simbiose entre as plantas de milho com G. albida (M2) e as plantas inoculadas com G. albida mais a microbiota do solo (M3) favoreceram a redução de íons de Na+; o ajuste osmótico, pelo aumento na concentração de PL e AST e o estresse antioxidativo, pela ação das enzimas ascorbato peroxidase nas plantas dos tratamentos M1 e M2. CEa 3,1 dSm-1, as plantas de milho em simbiose com G. albida mais a microbiota do solo, aumentou a atividade da catalase | |
| dc.description.abstract2 | The use of reverse osmosis saline waste for irrigation is a reality for many producers. However, without proper management, it can cause many negative impacts on crops and soil. Arbuscular mycorrhizal fungi (AMFs) can attenuate the effect of saline stress, improving water and nutritional availability, as well as oxidative stress. The objective of this study was to evaluate the effect of the arbuscular mycorrhizal fungus (AMF) Gigaspora albida, on the physiology, growth, nutritional balance, biochemistry and antioxidant response of creole maize (Zea Mays), under different levels of electrical conductivity of the osmosis saline waste reverse. The study was carried out in a greenhouse, in a completely randomized design, in a 3 x 4 factorial scheme, with six replications. The treatments were three mycorrhizal conditions: (M1- control plants without fungal inoculum, M2- plants with fungal inoculum of G. albida and M3- plants with fungal inoculum of G. albida, plus soil microbiota), combined with four levels of electrical conductivity of saline waste (ECw): (0.5, 1.8, 3.1, and 4.4 dS m-1). At 30 days after the imposition of saline stress, the following parameters were evaluated: gas exchange, chlorophyll fluorescence, biomass accumulation, sodium, phosphorus, potassium accumulation, root colonization rate (TCR), spore density (DE), relative content of water (TRA), free proline (PL), total soluble sugars (AST), soluble proteins (PS), photosynthetic pigments, hydrogen peroxide (H2O2), lipid peroxidation (MDA) and activity of antioxidant enzymes. Irrigation with reverse osmosis saline waste water reduced gas exchange, photosystem II quantum efficiency and maize plant growth. The interaction of factors increased the production of root and shoot biomass in M3 plants, at 2.5 and 1.8 dS m -1, respectively. At ECa 4.4 dS m -1, M1 plants showed higher root/shoot ratio and root mass. Plants M2 and M3 reduced sodium accumulation in the leaf and increased potassium in the stem. Plants M1 and M2 accumulated more phosphorus in the leaf. The M3 plants, as a function of EC, presented higher TCR and DE. In the biochemical analyses, the M1 plants were more efficient in reducing MDA. At the 4.4 dS m-1 level, a considerable increase amount of AST was observed. In M2 plants, there was an increase in the PL and AST content. In M3, under high ECa, there was maintenance of TRA, increased dry biomass, PL, AST, reduced H2O2 content and increased activity of antioxidant enzymes. Pigments were similar in all treatments. Irrigation with saline waste water affects the physiology of native maize. Corn in symbiosis with G. albida plus soil microbiota, between levels 1.8 and 3.1 dS m -1, improved growth, Na +, P, K + balance in the plant and reduced the Na/ K. The ECa 2.9 dS m-1 increased the DE, at more extreme levels 4.4 dS m-1, it impairs the colonization of G. albida in the roots. The increase in ECw promoted osmotic and oxidative stress in maize plants. The symbiosis between corn plants with G. albida (M2) and plants inoculated with G. albida plus soil microbiota (M3) favored the reduction of Na+ ions, the osmotic adjustment, by the increase in the concentration of PL and AST and the antioxidative stress, by the action of the enzyme’s ascorbate peroxidase in the plants of the treatments M1 and M2. Under ECw 3.1 dS m-1, maize plants in symbiosis with G. albida plus soil microbiota increased catalase activity | |
| dc.description.physical | 88 p. | |
| dc.description.sponsorship | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.advisorLattes | http://lattes.cnpq.br/1438691490740154 | |
| dc.identifier.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/8822693224163806 | |
| dc.identifier.bibliographicCitation | ARRUDA, Maria Valdiglezia de Mesquita. Fungo micorrízico arbuscular Gigaspora albida (Gigasporaceae) atenua o estresse salino em milho crioulo (Poaceae). 2023. 88 f. Tese (Doutorado em Fitotecnia) – Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Mossoró-RN, 2023. | |
| dc.identifier.coadvisorLattes | http://lattes.cnpq.br/0424387651987567 | |
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.21708/bdtd.ppgfito.tese.11992 | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/11992 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.center | Centro de Ciências Agrárias - CCA | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.initials | UFERSA | |
| dc.publisher.institution | Universidade Federal Rural do Semi-Árido | |
| dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia | |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | |
| dc.rights.holder | UFERSA | |
| dc.rights.license | Attribution-ShareAlike 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/ | |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA::FITOTECNIA | |
| dc.subject.keyword | variedade Ibra | |
| dc.subject.keyword | estresse abiótico | |
| dc.subject.keyword | atenuadores | |
| dc.subject.keyword | glomalina | |
| dc.subject.keyword | solos salinos | |
| dc.subject.keyword | microbiologia do solo | |
| dc.subject.keyword | variety Ibra | |
| dc.subject.keyword | abiotic stress | |
| dc.subject.keyword | attenuators | |
| dc.subject.keyword | glomalin | |
| dc.subject.keyword | saline soils | |
| dc.subject.keyword | soil microbiology | |
| dc.title | Fungo micorrízico arbuscular Gigaspora albida (Gigasporaceae) atenua o estresse salino em milho crioulo (Poaceae) | |
| dc.title.alternative | Arbuscular mycorrhyzal fungus Gigaspora albida (Gigasporaceae) attenuates saline stress in creoule corn (Poaceae) | |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
