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Direito ao esquecimento no Superior Tribunal de Justiça

dc.contributor.advisor1Reis, Ulisses Levy Silvério dos
dc.contributor.authorOliveira, Niellys Priestley Dantas de
dc.contributor.referee1Seixas, Luiz Felipe Monteiro
dc.contributor.referee2Camurça, Eulália Emília Pinho
dc.date.accessioned2021-06-07T19:22:39Z
dc.date.available2021-06-07
dc.date.available2021-06-07T19:22:39Z
dc.date.issued2020-12-10
dc.description.resumoEste trabalho possui como finalidade analisar o direito ao esquecimento no Brasil, com enfoque na decisão do Recurso Especial (REsp) 1.660.168/RJ, e qual a influência que este trouxe na proteção dos direitos de personalidade em face da liberdade de expressão e do direito à informação. A partir disto, o presente trabalho pretende responder a seguinte problemática: de que maneira o posicionamento do STJ sobre o direito ao esquecimento se articula com a proteção constitucional da liberdade de expressão e informação? O artigo foi dividido em três partes; na primeira, foi analisado o histórico do direito ao esquecimento no Brasil, comentando os primeiros casos do tema a chegarem no Superior Tribunal de Justiça, e como foram julgadas tais ações, que ainda remetiam ao esquecimento por meio televisivo; em seguida, foi analisado o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em casos do direito ao esquecimento na internet, verificando principalmente a responsabilidade dos provedores de busca e se seriam eles compelidos pelo judiciário a realizar a desindexação de certos dados que aparecem nos resultados de seus mecanismos de busca por palavras-chave; por último, foram analisados e refletidos do que se tratavam tais direitos de personalidade, e o que eles pretendiam proteger, assim como o que era o direito à informação e liberdade de expressão que fazia contraponto ao direito ao esquecimento e como estes direitos foram tratados no REsp 1.660.168/RJ. A pesquisa concluiu que a decisão do STJ trouxe entendimento conciliador, buscando proteger ambos os direitos sem deixar que um se sobreposse ao outro, garantindo a proteção à intimidade diferentemente da jurisprudência anterior, em que existia a primazia de que o direito à coletividade deveria se sobrepor ao direito do indivíduo. A relevância do tema fica evidenciada face ao direito intrínseco do ser humano de que certos fatos de sua vida devem ser esquecidos, mesmo que verídicos, evitando a perpetuação digital de certos fatos. Esta pesquisa utiliza, inicialmente, o método dedutivo, confrontando-se o antigo posicionamento do STJ e o novo caminho que o Recurso Especial 1.660.168/RJ apresentou. Ademais, utilizou-se também a doutrina e legislação brasileira a fim de fomentar o estudo deste novo direito que surge no judiciário graças à realidade da sociedade da informação.pt_BR
dc.description.sponsorshipTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciadopt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/6309
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAHpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.relation.referencesOLIVEIRA, Niellys Priestley Dantas de. Direito ao esquecimento no Superior Tribunal de Justiça. 2020. 23 f. TCC (Graduação) - Curso de Direito, Departamento de Ciências Sociais e Aplicadas, Universidade Federal Rural do Semiárido, Mossoró, 2020.pt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.rights.licenseCC-BY-SApt_BR
dc.subjectDireito ao esquecimentopt_BR
dc.subjectDireitos de personalidadept_BR
dc.subjectDireito à informação e liberdade de expressãopt_BR
dc.subjectSuperior Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
dc.titleDireito ao esquecimento no Superior Tribunal de Justiçapt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
dc.type.subtypeMONOpt_BR

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