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Análise acústica da realização do morfema- es em verbos do inglês por aprendizes brasileiros

dc.contributor.advisorNascimento, Katiene Rozy Santos do
dc.contributor.authorBRITO, DÉBORA LEILIANE FERREIRA
dc.contributor.referee1Nascimento, Katiene Rozy Santos do
dc.contributor.referee2Silva, Anderson Romário Souza
dc.contributor.referee3Carvalho, Cid Ivan da Costa
dc.coverage.spatialCaraúbaspt_BR
dc.date.accessioned2023-07-13T13:50:21Z
dc.date.available2023-07-13T13:50:21Z
dc.date.issued2021-11-18
dc.description.abstractA presente pesquisa analisou acusticamente a realização do morfema- es em verbos do inglês. Tentamos responder à seguinte pergunta de pesquisa: como o morfema -es de formas verbais na 3ºpsp do inglês é realizado por aprendizes brasileiros de ILE? A hipótese levantada por este estudo é de que aprendizes brasileiros de ILE apresentam dificuldade em realizar o morfema -es em formas verbais da terceira pessoa do singular devido à influência da LM, o Português Brasileiro (PB). O estudo está fundamentado em Cristófaro-Silva, (2012); Cristófaro-Silva et al, (2019) e pesquisas Cristófaro-Silva, (2003); Seara; Nunes; Lazzarotto, (2011); Fragoso, (2017); Silva; Almeida; Guedri, 2007; Cristófaro-Silva, (2012). Esta pesquisa contou com dois grupos de informantes: 06 estudantes com até 60 horas de estudo do ILE e 06 estudantes com mais de 300h de estudo. As variáveis investigadas foram: tipo de alomorfe, tempo de estudo do ILE, contexto fonológico seguinte, indivíduo. Os dados foram analisados acústica e estatisticamente. Quanto aos resultados, constatamos que os informantes deste estudo apresentaram dificuldades em realizar a forma alvo do morfema -es, especialmente aqueles associados aos alomorfes [z] e [iz]. Verificamos também que o contexto vozeado seguinte ao morfema favorece a ocorrência da forma alvo. Quanto às variáveis não linguísticas, observamos que o tempo de estudo da língua se mostrou irrelevante diante da dificuldade dos aprendizes e que a variação individual é um fator presente no percurso de aquisição do ILE. Por fim, atribuímos a dificuldade em lidar com as formas verbais na 3ªpsp do inglês à falta de conhecimento sobre as regras fonológicas da língua alvo e à influência do PB no desenvolvimento da ILE.pt_BR
dc.description.physical48 p.pt_BR
dc.format.mimetypepdfpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/9486
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro Multidisciplinar de Caraúbas - CMCpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.publisher.institutionUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.rights.holderUFERSApt_BR
dc.rights.licenseCC-BY-SApt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0pt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LETRAS INGLESApt_BR
dc.subject.keywordMorfema –es; inglês língua estrangeira; assimilação; vozeamentopt_BR
dc.titleAnálise acústica da realização do morfema- es em verbos do inglês por aprendizes brasileirospt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR

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