Endometrite persistente pós cobertura em égua – relato de caso
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Conhecer as patologias do aparelho reprodutor em equinos é importante para o sucesso dos programas de reprodução. As endometrites, é considerada as afecções que mais acomete os equinos, que por sua vez é uma das principais causas de infertilidade ou subfertilidade em éguas. A endometrite persistente pós cobertura – EPPC, ocorre após a cobertura ou inseminação, observando uma inflamação uterina considerada fisiológica e necessária para que ocorra a limpeza uterina. O Estágio obrigatório foi realizado ao acompanhamento a um Médico Veterinário autônomo, em que foi acompanhado as atividades de campo realizadas pelo profissional, tendo como enfoque a área de reprodução equina, no período de 02 de agosto a 30 de setembro de 2021. Nesse sentido, objetivou-se relatar um caso clínico de endometrite persistente pós cobertura em égua. O conhecimento das patologias em éguas com falha nos mecanismos de limpeza uterina desenvolve a EPPC. Defeitos morfológicos, falhas no mecanismo de contração uterina e drenagem linfática são os principais fatores que tornam uma égua susceptível a EPPC. O exame ultrassonográfico durante o estro e diestro é a principal ferramenta de diagnóstico da patologia, onde é observado uma coluna de liquido uterino maior que 2cm. O tratamento consiste na modulação do processo inflamatório e na remoção do conteúdo inflamatório encontrado antes ou após a cobertura. Dessa maneira, esta revisão de literatura tem como objetivo descrever a fisiopatogenia da endometrite persistente pós cobertura, bem como seu diagnóstico e tratamento.
