O gênero seminário como objeto de ensino: um breve estudo sobre as metodologias descritas em periódicos.
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O trabalho com o gênero seminário é bastante comum nas salas de aulas dos diferentes níveis de ensino, tanto na disciplina de língua portuguesa quanto nas demais. Este gênero oral tem mostrado um grande potencial para o tratamento com a oralidade, contudo, é fato que muitas das vezes não tem sido explorado como deveria, causando dúvidas tanto em alunos quanto em professores que se deparam com alguns entraves no processo de produção e avaliação. Buscando investigar caminhos possíveis para amenizar as lacunas referentes ao trato com o gênero seminário em sala de aula, este trabalho, de natureza bibliográfica, apresenta um levantamento de pesquisas que tiveram o seminário como objeto de ensino, visando cumprir nosso objetivo que é analisar, em artigos, as metodologias de ensino da oralidade na educação básica que estão sendo empregadas por meio do seminário escolar. Para tanto, nos fundamentamos teoricamente em autores como Marcuschi; Dionísio (2007), Bakhtin (1997), Bueno (2009), Dolz et.al (2004) etc. No que diz respeito à metodologia, nosso corpus é composto por três pesquisas retiradas do acervo de periódicos da CAPES. Esta pesquisa é de natureza bibliográfica, conforme Gil (2002), levando em consideração o material analisado. Caracteriza-se como descritiva e qualitativa, pois descreve as metodologias de ensino encontradas, buscando elementos intrínsecos à oralidade. Por meio dos artigos analisados, foi possível detectar a potencialidade do gênero seminário no ensino da oralidade tendo em vista as metodologias encontradas nesta pesquisa.
