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Princípio da coculpabilidade à luz da jurisprudência do TJRN: seletividade penal e omissão estatal

dc.contributor.advisor1Castro, Felipe Araújo
dc.contributor.authorSilva , Gisele Araújo da
dc.contributor.referee1Castro, Felipe Araújo
dc.contributor.referee2Paiva , Wallton Pereira de Souza
dc.contributor.referee3Medrado , Nayara Rodrigues
dc.date.accessioned2021-06-01T11:54:04Z
dc.date.available2021-06-01
dc.date.available2021-06-01T11:54:04Z
dc.date.issued2019-12-19
dc.description.resumoEmbora o Brasil seja fundado em um Estado Democrático de Direito, este notadamente não cumpre para com todos os cidadãos os compromissos elencados na Constituição Federal de 1988, sendo omisso na garantia dos direitos fundamentais e gerando desigualdades de ordem econômicas, sociais, culturais etc. E é justamente sob esses sujeitos marginalizados que mais incisivamente recai o aparato estatal, constatando-se que sistema penal vigente além de excludente, é seletivo. Nesse contexto emerge o instituto da coculpabilidade, reconhecido por parte significativa da doutrina pátria como um princípio constitucional implícito que busca minimização dos efeitos da omissão estatal e a aplicação de uma justiça equitativa para esses cidadãos em específico, a partir de uma divisão da culpabilidade (juízo de reprovabilidade) entre o Estado (e sociedade) e o autor do delito, desde que o cidadão que cometeu o injusto seja parcialmente determinado por um Estado omisso ou negligente no cumprimento de seus deveres. Seu efeito prático é a atenuação da reprovabilidade do sujeito marginalizado que cometeu um delito em função das condições de sua socialização. Existem possibilidades legislativas, doutrinárias e experiências no direito comparado que reforçam a aplicabilidade do princípio em questão. Assim se faz necessário o presente estudo, de cunho teórico e de análise dogmática, legislativa e jurisprudencial, objetivando traçar o panorama geral de aplicação da coculpabilidade pela jurisprudência nacional e a discussão de como o TJRN julga as questões atinentes a este princípio a nível regional, como vias a fomentar a reflexão dos fundamentos ensejadores de sua (in)aplicabilidade.pt_BR
dc.description.sponsorshipTrabalho não financiado por agência de fomento, ou autofinanciadopt_BR
dc.identifier.citationCitação com autor incluído no texto: Silva (2019) Citação com autor não incluído no texto: (SILVA, 2019)pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/6237
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAHpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.relation.referencesSILVA, Gisele Araújo da. Princípio da coculpabilidade à luz da jurisprudência do TJRN: seletividade penal e omissão estatal. 2019. 32 f. Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, 2020.pt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.rights.licenseCC-BY-SApt_BR
dc.subjectPrincípio da coculpabilidadept_BR
dc.subjectseletividade penalpt_BR
dc.subjectomissão estatalpt_BR
dc.subjectjurisprudência do TJRNpt_BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
dc.titlePrincípio da coculpabilidade à luz da jurisprudência do TJRN: seletividade penal e omissão estatalpt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR
dc.type.subtypeArtigopt_BR

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