Métodos de enxertia no desenvolvimento inicial de mudas de maracujazeiro-amarelo enxertados sobre a cultivar porta-enxerto passiflora foetida UFERSA BRSRM 153
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Um dos principais problemas que acometem a cultura do maracujazeiro são as doenças provocadas por patógenos que habitam o solo, sendo um dos principais patógenos veiculados pelo solo a fusariose, e uma das alternativas para controlar essa doença é o uso de portaenxerto resistente, visto dessa forma a necessidade de utilizar porta-enxertos silvestres resistentes a fusariose, avaliando enxertias que tragam melhore taxas de pegamento e percentagem de sobrevivência das mudas para que as mesmas possam se desenvolver de forma eficiente e produtiva em ambientes com a presença do patógeno. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o melhor método de enxertia usando o porta-enxerto UFERSA BRSRM 153 da espécie Passiflora foetida na formação de mudas do maracujazeiro amarelo “Catarina”. A metodologia utilizada consistiu na utilização de três tratamentos com quatro repetições constituída com 24 parcelas de nove plantas. Foi usado três métodos de enxertia sendo eles: fenda cheia, fenda lateral e inglês simples, utilizando delineamento estatístico inteiramente casualizado. Os enxertos foram efetuados 60 dias após a semeadura. As avaliações foram realizadas 20 e 30 dias após a enxertia e foram avaliados fatores como a percentagem de sobrevivência, percentagem de pegamento, diâmetro do caule e altura da planta. Com base nos resultados obtidos, pode-se concluir que os três métodos de enxertia podem ser utilizados na produção de mudas do maracujazeiro-amarelo.
