Amostragem e tamanho amostral na estimação de caracteres do milho
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O objetivo do trabalho foi avaliar os efeitos de métodos de amostragem (aleatório e não-aleatório) e do tamanho da amostra (de 1 a 15 plantas, pendões ou espigas) sobre as estimativas das alturas da planta e de inserção da espiga e dos números de ramificações do pendão e de grãos/espiga. Utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso com treze cultivares, cinco repetições e 26 plantas úteis/parcela. Na amostragem aleatória, as amostras foram indicadas com base em tabela de dígitos aleatórios. Na amostragem não-aleatória, o amostrador procurou ser aleatório sem, no entanto, usar um mecanismo efetivo de sorteio. Concluiu-se que o tamanho ideal de amostra aleatória para estimação das alturas da planta e de inserção da espiga e dos números de ramificações do pendão e de grãos/espiga é de 9, 7, 13 e 9 unidades amostrais respectivamente. A adoção do método não-aleatório pode resultar em conclusões diferentes daquelas obtidas com o método aleatório, nos testes F e de Tukey, para os números de ramificações do pendão e de grãos/espiga.

