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metadata.dc.type: Tese
Title: Desempenho fisiológico e bioquímico do meloeiro submetido à salinidade da água de irrigação
metadata.dc.creator: Silva, Fernando Henrique Alves da
metadata.dc.contributor.advisor1: Morais, Patrícia Lígia Dantas de
metadata.dc.contributor.advisor-co1: Dias, Nildo da Silva
metadata.dc.contributor.referee1: Morais, Patrícia Lígia Dantas de
metadata.dc.contributor.referee2: Gurgel, Marcelo Tavares
metadata.dc.contributor.referee3: Nunes, Glauber Henrique de Sousa
metadata.dc.contributor.referee4: Feitoza, Josivan Barbosa Menezes
metadata.dc.contributor.referee5: Morais, Marciana Bizerra de
metadata.dc.description.resumo: O Brasil é um dos principais produtores de frutas e hortaliças do mundo. A região do Nordeste brasileiro se destaca pelo cultivo do meloeiro (Cucumis melo L.), graças às condições climáticas favoráveis desta região. No entanto, nos últimos anos, em virtude das baixas precipitações pluviométricas, problemas de ordem abiótica como o aumento da CE dos poços artesianos vem preocupando os produtores regionais. Diante desta necessidade e da falta de materiais no mercado tolerantes a salinidade, estudos que viabilizem o surgimento de novos materiais que atendam os produtores e consumidores se fazem necessários. No experimento I utilizou-se 24 acessos, com a salinidade de 0,06 e 3,45 dS m-1. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott (p<0,05) ao nível de 5% de probabilidade. A salinidade afetou a qualidade fisiológica das sementes de meloeiro proporcionando germinação média de 62%, com tempo médio de 4 dias germinação, altura média de 10,5 cm e redução no acúmulo de matéria seca. Os acessos que apresentaram intolerância a salinidade foram: A35, A24, A41, A31, A09, A28 e A43. Os acessos medianamente tolerantes foram: A16, A19, A15, A17, A34, A25, A27, A18 e A42. Os tolerante a salinidade foram: A45, A08, A37, A50, A14, A36, A07 e A39, que poderão servir de base para o melhoramento genético. No experimento II objetivou-se avaliar o efeito da salinidade (0,5 e 4,5 ds m-1) em oito acessos do meloeiro (A07, A14, A17, A24, A34, A35, A36, A39) e dois híbridos comerciais: Sancho e o Caribbean Gold, perfazendo o total de 10 materiais. O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados com oito repetições. Os tratamentos foram arranjados em esquema fatorial 2 x 10 (níveis de salinidade x materiais). O estresse reduziu a condutância estomática (gs) e, consequentemente, diminuiu a taxa de transpiração (E) e a fotossíntese líquida (A). A eficiência do uso intrínseco da água (A/gs) aumentou em alguns acessos. A relação K/Na+ foi maior nas folhas, suavizando o estresse iônico provocado pelo Na+ e Cl-. O acesso A24 foi classificado como susceptível a salinidade, com baixa eficiência de produção. O acesso A35 se destacou com alta performance nas trocas gasosas e análise de crescimento, evidenciado pelas análises de componentes principais como um material diferente dos demais, e não apresentou grandes diferenças quanto ao aumento da CE da água de irrigação mostrado na análise de componentes principais, indicando este como tolerante a salinidade. No experimento III objetivou-se avaliar o comportamento de materiais de meloeiro na fisiologia e bioquímica de plantas e frutos em função das doses de CE da água de irrigação. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial (5 x 3) com 5 repetições totalizando 75 parcelas, realizando-se análise de regressão para todos as variáveis analisadas. O primeiro fator foi representado pelos tratamentos com cinco níveis de salinidade (T1 = 0,5; T2 = 1,5; T3 = 3,0; T4 = 4,5 e T5 = 6,0 dS m-1) e o segundo fator pelos acessos A35 e A24 e o híbrido Sancho. Os marcadores bioquímicos RWC, carboidratos totais e extravasamento, evidenciaram o A35 e Sancho melhores na osmorregulação. O H2O2 e o MDA foram reduzidos para o acesso A35 e o Sancho, com aumento da atividade de SOD e APX para estes materiais, indicando-os como tolerantes a salinidade. A produção foi reduzida, com frutos menores (comprimento e largura), de menor peso. A vitamina C e flavonoides amarelos aumentaram, indicando poder antioxidante contra as ROS. Os materiais apresentaram comportamento pós-colheita semelhante, porém, o Sancho se sobressaiu sobre os demais, possivelmente por ser um material melhorado. O acesso A24 apresentou respostas fisiológicas e bioquímicas que o classificam como intolerante
Abstract: Brazil is one of the main producers of fruits and vegetables in the world. The region of Brazilian Northeast stands out for the cultivation of melon (Cucumis melo L.), thanks to the favorable climatic conditions of this region. However, in recent years, due to the low rainfall, abiotic problems such as the increase in the EC of artesian wells have worried regional producers. Faced with this need and the lack of salinity-tolerant materials in the market, studies that allow the emergence of new materials that meet the producers and consumers are necessary. In experiment I, 24 accesses were used, with salinity of 0.06 and 3.45 dS m-1. Data were submitted to analysis of variance and means were compared by the Scott-Knott test (p<0.05) at the 5% probability level. The salinity affected the physiological quality of the melon seeds providing average germination of 62%, with average germination time of 4 days, average height of 10.5 cm and reduction in the accumulation of dry matter. The accesses that presented salinity intolerance were: A35, A24, A41, A31, A09, A28 and A43. The moderately tolerant accesses were: A16, A19, A15, A17, A34, A25, A27, A18 and A42. Salinity tolerants were: A45, A08, A37, A50, A14, A36, A07 and A39, which may serve as a basis for genetic improvement. In experiment II the effect of salinity (0.5 and 4.5 ds m-1) on eight melon accesses (A07, A14, A17, A24, A34, A35, A36, A39) and two commercial hybrids: Sancho and Caribbean Gold were evaluated, making a total of 10 materials. The experimental design was a randomized block design with eight repetitions. The treatments were arranged in a 2 x 10 factorial scheme (salinity levels x materials). Stress reduced stomatal conductance (gs) and consequently decreased transpiration rate (E) and liquid photosynthesis (A). The efficiency of the intrinsic water use (A/gs) increased in some accesses. The K/Na+ ratio was higher in the leaves, smoothing the ionic stress caused by Na+ and Cl-. The A24 access was classified as susceptible to salinity, with low production efficiency. The A35 access stood out with high performance in gas exchange and growth analysis, evidenced by the analysis of main components as a different material from the others, and did not present great differences regarding the increase in EC of irrigation water shown in the analysis of main components, indicating this as salinity tolerant. In experiment III the objective was to evaluate the behavior of melon materials in the physiology and biochemistry of plants and fruits according to the EC doses of irrigation water. The experimental design was randomized blocks in a factorial scheme (5 x 3) with 5 repetitions totaling 75 plots, performing a regression analysis for all variables analyzed. The first factor was represented by treatments with five salinity levels (T1 = 0.5, T2 = 1.5, T3 = 3.0, T4 = 4.5 and T5 = 6.0 dS m-1) and the second factor by the A35 and A24 accesses and the Sancho hybrid. Biochemical markers RWC, total carbohydrate and extravasation evidenced the better A35 and Sancho in osmoregulation. H2O2 and MDA were reduced for A35 access and Sancho with increased SOD and APX activity for these materials, indicating them as salinity tolerant. Production was reduced, with smaller fruits (length and width), of lower weight. Vitamin C and yellow flavonoids increased, indicating antioxidant power against ROS. Materials showed similar post-harvest behavior, but Sancho stood out from the rest, possibly because it was an improved material. The A24 access showed physiological and biochemical responses that classify it as intolerant
Keywords: Germinação
Estresse salino
Nutrientes
Fotossíntese
Osmorregulação
Pós-colheita
Germination
Saline stress
Nutrients
Photosynthesis
Osmoregulation
Post-harvest
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal Rural do Semi-Árido
metadata.dc.publisher.initials: UFERSA
metadata.dc.publisher.department: Centro de Ciências Agrárias - CCA
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia
Citation: Citação com autor incluído no texto: Silva (2019) Citação com autor não incluído no texto: (SILVA, 2019)
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
URI: http://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/4489
Issue Date: 27-Feb-2019
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