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metadata.dc.type: Trabalho de Conclusão de Curso
Title: Qualidade das águas do dessalinizador e impactos da disposição no solo do rejeito salino em Bom Jesus, Campo Grande, RN.
metadata.dc.creator: Freitas, Jair José Rabelo de
metadata.dc.contributor.advisor1: Dias, Nildo da Silva
metadata.dc.contributor.advisor-co1: Oliveira, André Moreira de
metadata.dc.contributor.referee1: Oliveira, André Moreira de
metadata.dc.contributor.referee2: Melo, Mikhael Rangel de Souza
metadata.dc.description.resumo: Uma alternativa para o abastecimento das comunidades rurais do Semiárido Nordestino é a utilização de águas subterrâneas de poços tubulares. Entretanto, muitos dos poços perfurados possuem baixas vazões e altos teores de sais dissolvidos, podendo tornar essas águas inviáveis ao consumo humano e para a agricultura. Seu uso agrícola pode oferecer riscos ao meio ambiente, promovendo a salinização dos solos e redução da produção vegetal. Devido essas comunidades rurais nordestinas possuem como a única fonte a água de poços, na maioria das vezes precisa de tratamento para torna-las adequadas para o consumo humano e/ou uso agrícola. Objetiva-se avaliar neste trabalho os impactos do manejo incorreto do rejeito da dessalinização no solo e a potencialidade agrícola da água salobra de poço da comunidade Bom Jesus, Campo Grande - Rio Grande do Norte. As coletas de amostras de solo e água foram realizadas de modo a retratar ou abranger as estações do ano em outubro 2013 – período seco, praticamente sem chuvas e em fevereiro de 2014, início do período chuvoso. As coletas de água foram realizadas em localização espacial e temporal, proveniente de três fontes: água salobra (AS) de poço sem qualquer tratamento; água Dessalinizada (AD), que passou pelo tratamento por osmose reversa e a água de rejeito salino (AR). As amostras de solos foram coletadas em perfil transversal no local de despejo do rejeito do dessalinizador, sendo: (posição 0); a 1,0 m (posição 1) e a 2,0 m (posição 2) deste, efetuando também uma amostragem em área sem influência do rejeito, solo de mata nativa, configurando portanto como testemunha. As águas de rejeito salino, classificadas respectivamente como C5, logo C5S2 e C5S1. Nos dois períodos estudados as águas de rejeito salino apresentaram salinidade extremamente alta, com elevado potencial de salinizar o solo, apresentando baixo risco de sodicidade e risco severo de toxicidade as plantas, tornando-as improprias para irrigação. No segundo período houve maior incremento da CEes nas camadas superficiais do solo e esta aumentou de acordo com a maior distância do local de disposição do rejeito salino. Houve maior incremento de Na e Ca no solo no período seco. A PST do solo diminuiu no segundo período de coleta, referente ao início do período chuvoso, reduzindo assim o potencial de degradação dos solos causados pelo acúmulo de sódio trocável. O solo foi classificado como normal nos dois períodos estudados.
Keywords: Qualidade da água
Salinidade
Degradação do solo
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal Rural do Semi-Árido
metadata.dc.publisher.initials: UFERSA
metadata.dc.publisher.department: Centro de Ciências Agrárias - CCA
Citation: Citação com autor incluído no texto: Freitas (2017) Citação com autor não incluído no texto: (FREITAS, 2017)
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
URI: http://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/5569
Issue Date: 16-Oct-2017
Appears in Collections:Agronomia

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