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Como guerreiro és um ótimo amante: a (des)construção da figura do (anti)guerreiro na personagem Alexandra Páris, no Canto III da Ilíada, de Homero

dc.contributor.advisorMuniz, Liebert de Abreu
dc.contributor.authorARAÚJO, SÉRGIO AUGUSTO DOS SANTOS
dc.contributor.referee1Muniz, Liebert de Abreu
dc.contributor.referee2Barbosa, José Roberto Alves
dc.contributor.referee3Miranda, Leonildo Cerqueira
dc.coverage.spatialCaraúbaspt_BR
dc.date.accessioned2023-07-12T19:14:39Z
dc.date.available2023-07-12T19:14:39Z
dc.date.issued2020-12-05
dc.description.abstractA Ilíada e a Odisseia narram os grandes feitos de deuses, heróis e chefes, que são orientados por um código de conduta guerreira. No entanto, há personagens nos textos homéricos que denotam uma fuga ao código delineado pelos textos homéricos. Dito isso, o presente trabalho visa mostrar como o texto homérico constrói os ideais de guerreiro e antiguerreiro. Desse modo, usam­se os principais personagens das obras – Aquiles, Odisseu, Agamémnone, Ajaz, Heitor, Menelau, entre outros –, visando construir o ideal de guerreiro; e a desconstrução do ideal proposto por meio da figura de Alexandre Páris, no Canto III, da Ilíada de Homero. Como aporte teórico, empregam­se as ideias dos estudiosos da Antiguidade Clássica: Aristóteles (384 a. C. – 322 a. C.), Platão (428 a. C – 347 a. C), Horácio (65 a. C. – 8 a. C.), Quintiliano (35 – 95 d.C.), entre outros, que fornecem os subsídios para uma discussão sobre os gêneros retóricos e poéticos; Costa Júnior (2012), Jaeger (2013) e Vernant (2002), que aprestam conceitos para a construção do ideal de guerreiro; e Fontes (2001) e Souza (2019), que municiam a pesquisa com ideias para a desconstrução do ideal guerreiro. De acordo com o Canto III, da Ilíada, o escopo deste estudo, percebe­se uma antítese no comportamento da personagem Alexandre Páris como guerreiro, pois o fautor da guerra de Troia mostra que, como guerreiro, é um ótimo amante.pt_BR
dc.description.physical101 p.pt_BR
dc.format.mimetypepdfpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/9435
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCentro Multidisciplinar de Caraúbas - CMCpt_BR
dc.publisher.initialsUFERSApt_BR
dc.publisher.institutionUniversidade Federal Rural do Semi-Áridopt_BR
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesspt_BR
dc.rights.holderUFERSApt_BR
dc.rights.licenseCC-BY-SApt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0pt_BR
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LINGUA PORTUGUESApt_BR
dc.subject.keywordherói; anti­herói; guerreiro; antiguerreiro; Alexandre Páris.pt_BR
dc.titleComo guerreiro és um ótimo amante: a (des)construção da figura do (anti)guerreiro na personagem Alexandra Páris, no Canto III da Ilíada, de Homeropt_BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesispt_BR

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