O redirecionamento da execução em face das empresas integrantes do grupo econômico: uma análise a partir do tema 1.232 do STF
| dc.contributor.advisor | Vitor, Rodrigo Ribeiro | |
| dc.contributor.author | Sales, Allan Erik de Souza | |
| dc.contributor.referee1 | Vitor, Rodrigo Ribeiro | |
| dc.contributor.referee2 | Oliveira, Ramon Rebouças Nolasco de | |
| dc.contributor.referee3 | Bezerra Júnior, José Albenes | |
| dc.contributor.referee4 | Bezerra Júnior | |
| dc.coverage.spatial | Mossoró | |
| dc.date.accessioned | 2024-01-19T11:48:36Z | |
| dc.date.available | 2024-01-19T11:48:36Z | |
| dc.date.issued | 2023-10-13 | |
| dc.description.abstract | As controvérsias em torno da viabilidade de redirecionar a execução para as empresas pertencentes a um grupo econômico, sem que tenham participado da fase de conhecimento, ganharam destaque nos tribunais trabalhistas. Diante disso, surgiu a questão de pesquisa: a inclusão, no polo passivo da execução trabalhista, de pessoa jurídica reconhecida como do grupo econômico, sem ter participado da fase de conhecimento, viola os direitos constitucionais de ampla defesa e contraditório, bem como vai de encontro à legislação infraconstitucional? Para responder a este questionamento, estabeleceu-se, com objetivo geral, analisar a constitucionalidade e a legalidade da inclusão, no polo passivo da execução trabalhista, de pessoa jurídica pertencente ao grupo econômico, sem ter participado da fase de conhecimento e, como objetivos específicos expor os principais aspectos da formação do grupo econômico e da responsabilidade solidária, analisar a aplicabilidade do Código de Processo Civil nas execuções trabalhistas e discutir a possibilidade de inclusão, de pessoa jurídica reconhecida como do grupo econômico, no polo passivo da execução trabalhista, sem ter participado da fase de conhecimento. Assim, por meio de um trabalho monográfico, abordou-se a formação do grupo econômico na esfera justrabalhista e a sua responsabilidade solidária. Além disso, buscou-se demonstrar a aplicabilidade do Código de Processo Civil nas execuções trabalhistas. E, por fim, discutiu-se sobre a possibilidade de redirecionamento da execução em face da empresa integrante do grupo econômico. Chegou-se à conclusão de que o integrante o grupo econômico, mesmo não integrante da relação processual na fase cognitiva, pode figurar no polo passivo da execução. | |
| dc.description.abstract2 | Controversies surrounding the feasibility of redirecting execution to companies belonging to an economic group, without them having participated in the knowledge phase, gained prominence in labor courts. In view of this, the research question arose: the inclusion, in the passive pole of labor execution, of a legal entity recognized as being part of the economic group, without having participated in the knowledge phase, violates the constitutional rights of full defense and contradictory, as well as goes from meeting infraconstitutional legislation? To answer this question, it was established, with a general objective, to analyze the constitutionality and legality of the inclusion, in the passive pole of labor execution, of a legal entity belonging to the economic group, without having participated in the knowledge phase and, as specific objectives expose the main aspects of the formation of the economic group and joint liability, analyze the applicability of the Code of Civil Procedure in labor executions and discuss the possibility of including, a legal entity recognized as being part of the economic group, in the defendant pole of the labor execution, without having participated in the knowledge phase. Thus, through a monographic work, the formation of the economic group in the justrabalhista sphere and its joint responsibility were addressed. Furthermore, we sought to demonstrate the applicability of the Civil Procedure Code in labor executions. And, finally, there was a discussion about the possibility of redirecting the execution towards the company that is part of the economic group. It was concluded that the member of the economic group, even if not part of the procedural relationship in the cognitive phase, can appear on the passive side of the execution. | |
| dc.description.physical | 40 f. | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.bibliographicCitation | SALES, Allan Erik de Souza. O redirecionamento da execução em face das empresas integrantes do grupo econômico: uma análise a partir do tema 1.232 do STF. 2023. 40 f. TCC (Graduação) - Curso de Direito, Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAH, Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, Mossoró/RN, 2023. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/10218 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.publisher.center | Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAH | |
| dc.publisher.country | Brasil | |
| dc.publisher.initials | UFERSA | |
| dc.publisher.institution | Universidade Federal Rural do Semi-Árido | |
| dc.rights | info:eu-repo/semantics/openAccess | en |
| dc.rights.holder | UFERSA | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/ | |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO | |
| dc.subject.keyword | Grupo econômico | |
| dc.subject.keyword | Execução | |
| dc.subject.keyword | Redirecionamento da execução | |
| dc.title | O redirecionamento da execução em face das empresas integrantes do grupo econômico: uma análise a partir do tema 1.232 do STF | |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/bachelorThesis |
